
Título: Reencarnação. O Elo Perdido do Cristianismo
Autor: ELIZABETH CLARE PROPHET
Sinopse: Tendo como base os textos gnósticos e descobertas recentes de fragmentos dos Manuscritos do Mar Morto, Elizabeth Clare Prophet desenvolve a corajosa tese de que a reencarnação esteve presente nos ensinamentos de Jesus e, portanto, em toda a origem do Cristianismo. Uma afirmação polêmica na medida em que a teoria reencarnacionista tem sido repudiada com veemência pelos cristãos, sejam católicos ou evangélicos.A autora revê a história da cristandade, desde Jesus e os primeiros fiéis, passando pelos concílios da Igreja e pelas perseguições aos hereges. Segundo Prophet, Jesus foi um místico que pregava que o destino final do homem é a união com o Eu Divino. Uma afirmação corroborada pela obra de diversos pensadores da Igreja, como Giordano Bruno, condenado à morte na fogueira católica. Entre citações que vão do apóstolo Paulo até Santo Agostinho, a autora sintetiza de forma eloqüente a convicção de que a crença na pluralidade das vidas é parte inegável das escrituras cristãs.
Contexto da obra
Na Espiritualidade, obras como esta costumam ser lidas de modo mais íntimo e reflexivo. “Reencarnação. O Elo Perdido do Cristianismo”, de ELIZABETH CLARE PROPHET, publicado pela editora NOVA ERA, em 2006 e com 368 páginas, integra a categoria Livros de Espiritualidade. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece menos na informação e mais na experiência de leitura que ele acompanha.
Editora: NOVA ERA
Páginas: 368
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8577012190
ISBN13: 9788577012190
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora NOVA ERA convidam o leitor a uma jornada interior que combina espiritualidade, autoconhecimento e práticas esotéricas. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom reflexivo e didático, com textos que exploram desde a astrologia e a meditação até tradições místicas como a Cabala e o Budismo Tibetano. O catálogo sugere uma preferência por obras que mesclam orientação prática e filosofia espiritual, muitas vezes com uma linguagem acessível, porém profunda. Em algumas obras, a narrativa é mais contemplativa e meditativa, enquanto outras adotam um formato mais instrutivo e técnico, voltado para o desenvolvimento pessoal e a harmonização do corpo e da mente.
