
Título: Regras da vida cotidiana
Autor: Louis Lavelle
Sinopse: A atualidade e a originalidade da obra de Louis Lavelle encerram-se em duas palavras: espiritualidade filosófica. Não se trata de uma espiritualidade religiosa, como a que caracteriza os grandes santos. Poder-se-ia dizer que o único predecessor de Lavelle é Nicolas Malebranche (1638-1715), contemporâneo de Luís XIV; e Lavelle reconheceu sua dívida para com esse filósofo. É preciso destacar ainda que Malebranche visa expressamente reconciliar a fé cristã e a démarche racional, enquanto Lavelle não é um filósofo explicitamente religioso, embora o cristianismo esteja muito amiúde presente como pano de fundo de seu pensamento. Mas, precisamente, a atualidade de Lavelle decorre de ele propor ao homem de hoje em busca de alimentos para a alma uma espiritualidade que não supõe nenhuma fé religiosa, nenhum envolvimento particular em determinada confissão. Essa espiritualidade filosófica, que já era a de Platão, foi renovada por Lavelle, e as Regras da Vida Cotidiana, que ele havia escrito para seu próprio uso como um “livro de razão”, são disso um maravilhoso testemunho.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Regras da vida cotidiana”, de Louis Lavelle, publicado pela editora É Realizações, em 2011 e com 120 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: É Realizações
Páginas: 120
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora É realizações convidam o leitor a um percurso que combina reflexão filosófica, teológica e literária, com atenção a temas como espiritualidade, política, cultura e linguagem. A experiência de leitura costuma ser densa, com textos que dialogam com tradições intelectuais complexas e que exploram desde a relação entre filosofia e literatura até a análise crítica de questões sociais e existenciais. O catálogo apresenta obras que mesclam abordagens conceituais rigorosas e narrativas de formação pessoal, oferecendo tanto ensaios aprofundados quanto relatos autobiográficos e estudos históricos. O tom varia entre o analítico e o meditativo, com frequência marcado por um ritmo que exige atenção e envolvimento crítico.
