
Título: Reinventar-se:: Uma necessidade, uma impossibilidade
Autor: Clóvis de Barros Filho
Sinopse: “Reinvente-se! Mude agora! Prepare-se para o amanhã! Seja o autor da sua vida!” – Essas são frases que lemos e ouvimos a todo momento. “Tornar-se um outro” é anunciado quase como um dever existencial, como uma condição de sobrevivência. Mas será que se reinventar é tão simples? Mais que isso: será que se reinventar é mesmo possível? O que isso significa exatamente? Reinventar-se como? Para quê? Para quem? E como a gente se inventa, em primeiro lugar? Reinventar-se é um termo que pode ser entendido de muitos modos, de acordo com o tempo e o lugar em que estivermos e com os recursos conceituais que conseguirmos mobilizar. E são justamente esses recursos que Clóvis de Barros Filho busca reunir neste livro. Em tom de conversa com o leitor, tão característico do autor, ele apresenta algumas reflexões que ajudam a pensar sobre as possibilidades de mudança no rumo da própria existência.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Reinventar-se:: Uma necessidade, uma impossibilidade”, de Clóvis de Barros Filho, publicado pela editora Papirus 7 Mares, em 2022 e com 176 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Papirus 7 Mares
Páginas: 176
Ano: 2022
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6555920270
ISBN13: 9786555920277
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,285
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Papirus 7 Mares convidam o leitor a navegar entre temas que vão do íntimo ao social, sempre com um olhar que combina reflexão e sensibilidade. O catálogo apresenta obras que dialogam com questões éticas, políticas e filosóficas, mas também valorizam a poesia e a expressão afetiva, abrangendo públicos que vão do infantojuvenil ao adulto. A leitura costuma alternar entre o tom didático e o narrativo, com textos que provocam o pensamento sem perder a leveza, como em debates sobre democracia ou em reflexões sobre o amor e a juventude. Essa diversidade sugere uma editora que privilegia o encontro entre o conhecimento e a emoção, com obras que estimulam tanto a análise crítica quanto o encantamento pela palavra.
