
Título: Rejeição à Humanidade
Autor: R. J. Rushdoony
Sinopse: As maiores ameaças ao cristianismo são as que mais passam despercebidas ao cristão comum: são aquelas que, por terem se mesclado à nossa cosmovisão, tornam-se extremamente difíceis de serem discernidas, pois julgamo-las como verdadeiras. As Escrituras nos advertem: “Se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas” (Mateus 6.29), isto é, o pior tipo de trevas é aquele que pensamos ser luz. Assim, uma das ameaças mais desconsideradas, não obstante sua difusão na visão cristã da vida e do mundo, é a do neoplatonismo. Esse resquício da filosofia grega antiga fundamenta-se num aspecto dualista da realidade: concebe a forma ou espírito (no caso, a mente) como bons e o físico (a carne) como mau. O neoplatonismo é uma filosofia “dialética” que tenta reconciliar dois conceitos essencialmente hostis e mantê-los dentro de seu sistema. Acabamento: Brochura. Peso: 200g. Dimensões: 21 x 14 x 0.7.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Rejeição à Humanidade”, de R. J. Rushdoony, publicado pela editora Monergismo e com 166 páginas, integra a categoria Filosofia. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Monergismo
Páginas: 166
Ano:
Edição:
Linguagem: Português
ISBN:
ISBN13: 9788569980834
Sobre a editora
Os livros da editora Monergismo oferecem ao leitor uma imersão profunda em temas que se situam na interseção entre fé cristã, ética e cultura contemporânea. A experiência de leitura é marcada por um tom reflexivo e argumentativo, frequentemente voltado à defesa e à explicação da cosmovisão cristã bíblica diante dos desafios atuais, como debates sobre bioética, educação, e a influência do secularismo. O catálogo privilegia obras que dialogam com questões filosóficas, teológicas e sociais, apresentando tanto análises críticas quanto orientações práticas para a vida cristã. Há obras que adotam um estilo mais expositivo e didático, enquanto outras se aproximam de uma conversa franca e pastoral, sempre com linguagem acessível e fundamentada nas Escrituras.
