
Título: Religião e Direito Penal: Interfaces Sobre Temas Aparentemente Distantes
Autor: Paschoal Conceição
Sinopse: A autora, que é propensa a aceitar desafios, desta feita encara-os com a mesma intrepidez com que costuma enfrentar os obstáculos com que se depara em sua vida profissional, produzindo um estudo original e inovador sobre um tema que raramente é discutido pelos juristas mas, de preferência óbvia, por filósofos, teólogos e cientistas políticos... Partindo de uma ampla compreensão do que significa “religião”, a autora reconhece que o Direito penal não pode ser utilizado como ferramenta para direcionar ou controlar a maneira de ligação dos indivíduos com Deus, devendo, num Estado Democrático de Direito, ser capaz de conviver com diversas visões de mundo e buscar os limites da tolerância e da boa convivência entre os diversos segmentos da comunidade. Sua experiência obtida nos debates promovidos no Curso sobre Direito Penal e Religião , ministrado na pós-graduação da Universidade de São Paulo, lhe foi bastante útil para fundamentar as suas conclusões a respeito da intolerância e discriminação no que se refere a certas práticas religiosas e às convicções e posicionamentos dos fiéis diante de problemas cruciais da vida social, que demandam soluções jurídicas.
Contexto da obra
No campo jurídico, livros como este costumam ocupar um lugar importante entre estudo, consulta e formação. “Religião e Direito Penal: Interfaces Sobre Temas Aparentemente Distantes”, de Paschoal Conceição, publicado pela editora LiberArs, em 2018 e com 276 páginas, integra a categoria Livros de Direito. Isso costuma ajudar a entender o lugar da obra entre livros de apoio, formação e referência jurídica.
Editora: LiberArs
Páginas: 276
Ano: 2018
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8594590733
ISBN13: 9788594590732
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,250
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora LiberArs convidam o leitor a um mergulho em reflexões profundas sobre filosofia, direito, literatura e história, com uma linguagem que varia entre o rigor acadêmico e a oralidade dialógica. O catálogo privilegia obras que exploram questões existenciais, sociais e políticas, muitas vezes a partir de análises críticas de sistemas filosóficos e jurídicos, ou de trajetórias literárias marcadas por décadas de produção. O tom pode ser denso e analítico, mas também acessível, com textos que estimulam o pensamento e a meditação, sem abrir mão do rigor. Há uma atenção especial a temas como a crítica da razão, as controvérsias sociais em torno do direito, e a construção da identidade cultural em contextos históricos variados.
