
Título: Religiosidade e Escravidão, Seculo XIX: Mestre Tito
Autor: Regina Celia Lima Xavier
Sinopse: Este livro oferece uma contribuição original, ao contar a história de Tito de Camargo Andrade, o mestre Tito: nascido na África Central por volta de 1818, que aos 11 anos já havia se tornado escravo de um dos homens mais ricos da região de Campinas. A vida desse homem e suas labutas cotidianas ajudam-nos a entender melhor não apenas aspectos importantes da experiência de escravos e libertos no Brasil do século XIX, mas também como ela estava entrelaçada a questões que tocavam a religião, a Igreja, a medicina e a política. A obra soma procedimentos da História Social aos recursos da Biografia Histórica e oferece-nos a possibilidade de conhecer mais profundamente histórias de uma História que, há algum tempo, só podia ser vislumbrada: aquela feita por gente de carne e osso e que, com alegrias e sofrimentos, tornou possível a existência da liberdade em tempos de escravidão.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Religiosidade e Escravidão, Seculo XIX: Mestre Tito”, de Regina Celia Lima Xavier, publicado pela editora UFRGS, em 2008 e com 384 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: UFRGS
Páginas: 384
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora UFRGS costumam oferecer uma leitura que combina rigor acadêmico com um olhar atento a temas sociais, culturais e científicos. O catálogo privilegia obras que exploram contextos históricos e políticos, como análises da Guerra Fria no Brasil, ao lado de publicações que discutem práticas contemporâneas, como a economia solidária e as redes agroalimentares. A linguagem tende a ser densa e didática, voltada para leitores que buscam aprofundamento e reflexão crítica, com textos que mesclam teoria e exemplos práticos. Além disso, há espaço para abordagens interdisciplinares, como estudos sobre ergonomia em bibliotecas e exposições culturais ligadas à ciência e tecnologia. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre obras mais narrativas e outras mais informativas, sempre com foco em temas que dialogam com a pesquisa universitária e a produção intelectual.
