
Título: Reminiscências
Autor: Francisco José Ramires
Sinopse: SOBRE A OBRA: As lembranças são grandes construtoras de quem somos. São como pulsações que nos mantêm no caminho e que, por vezes, nos tiram totalmente do trilho. Este livro é feito de histórias plenas de sensibilidade, em que passeamos pelo passado significativo de país, filhos, mães; vivemos encontros entre crianças e velhos; encontramos amor, agonia, carência e aconchego [...] O autor não se esquiva da ideia da morte que nos separa de nossos queridos, mas que abre um portal para a ressignificação de toda a presença daqueles que estiveram em nossas vidas e que sempre estarão conosco [...] As reminiscências trazem de volta a culpa, o amor, a angústia, o perdão, tudo um pouco misturado, entre a dor e o conforto. [...] Cada detalhe, cada sombra, cada nesga de luz, trabalhada pela palavra, na certeza que é do autor e que se faz minha também de que “a literatura salva”. [✒️ por Carla Orrú]
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Reminiscências”, de Francisco José Ramires, publicado pela editora Editora Penalux, em 2019 e com 140 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora Penalux
Páginas: 140
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788558335485
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Penalux oferecem uma experiência literária marcada por uma forte presença da poesia e da prosa reflexiva, com um foco evidente na exploração da subjetividade humana e das emoções. Muitas obras convidam o leitor a um mergulho íntimo, seja por meio de versos que abordam temas como a existência feminina, a morte, a memória e o luto, ou por narrativas que transitam entre o real e o subjetivo, com uma linguagem que ora é lírica e sensorial, ora analítica e crítica. O catálogo sugere uma preferência por textos que valorizam o lirismo e a densidade emocional, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto pulsante, e que frequentemente propõem uma reflexão sobre o tempo, a identidade e as relações humanas.
