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Remorso: Ficção dispersa

Título: Remorso: Ficção dispersa

Autor: Newton Sampaio; organização Luís Bueno

Sinopse: Algumas opiniões da crítica brasileira sobre NEWTON SAMPAIO Recebi hoje o livro póstumo do jovem escritor paranaense, um livro de contos simples, rápidos, admiráveis. Bem o espelho do que foi na vida Newton Sampaio: vivo, trepidante, inteligentíssimo Com Irmandade temos Newton Sampaio sempre presente. Seu nome não será esquecido. E um verdadeiro contista (Marques Rebelo, Dom Casmurro, Rio de Janeiro, 1938) Newton Sampaio, autor de páginas tão expressivas do humor amargo e ridículo das coisas, como "O botequim", tão natural em sua dicção.. (Mário de Andrade, Diário de Notícias, Rio de Janeiro, 1939) As histórias de Newton Sampaio trazem sempre um pedaço de vida. Não acabam bem nem mal. Têm o estranho sabor da novidade. Acabam como deviam acabar. Tal como a própria vida. (A Pátria, Rio de Janeiro, 1939) Era o regionalismo sulino, o dos sertões paranaenses, em simetria e tácita rivalidade com o chamado "do Nordeste", todo ele escrito no Rio de Janeiro. A diferença essencial está em que Newton Sampaio, com agudo instinto de observação e simpatia humana, não deixou que as ideologias políticas lhe contaminassem a obra de ficcionista. (Wilson Martins, Gazeta do Poro, Curitiba, 2001)

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Remorso: Ficção dispersa”, de Newton Sampaio; organização Luís Bueno, publicado pela editora Imprensa Oficial do Paraná, em 2002 e com 216 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Imprensa Oficial do Paraná

Páginas: 216

Ano: 2002

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre a editora

    Os livros da editora Imprensa Oficial do Paraná oferecem uma experiência de leitura que mescla pesquisa histórica e expressão literária, frequentemente com foco no contexto social e cultural do Paraná e do Brasil. A narrativa pode variar entre o registro documental detalhado, como no caso de temas ferroviários e desenvolvimento regional, e abordagens mais poéticas ou crônicas que exploram a tradição cultural local. O tom oscila entre o didático e o evocativo, com textos que convidam tanto à reflexão quanto à emoção, em estilos que vão do ensaio crítico à poesia contemporânea. O catálogo revela uma atenção particular a personagens e processos que marcaram a história regional, mas também a uma linguagem que valoriza o lirismo e a experimentação formal.

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