
Título: Renata E O Mago Cristal
Autor: Enrique Paez
Sinopse: Antes de partir para o Caribe, o mago Cristal presenteia sua amiga Renata com uma caixa de aquarelas. Só que não são aquarelas comuns, não. São mágicas! Mas seu amigo, ao dar-lhe este presente, avisa que é preciso pensar nas conseqüências de suas escolhas, pois tudo o que for pintado será multiplicado por mais de mil. Antes de usar a primeira cor, a menina hesita, mas aos poucos vai se soltando e decide - com a cor laranja pinta uma cenoura e, a seguir, uma 'chuva de cenouras'abastece a sua cidade e muitos outros lugares pobres! Percebendo a extensão de seu poder, Renata passa a prestar atenção às notícias e preocupa-se em usar sua aquarela de forma a tentar resolver algum problema. Na maioria das vezes o resultado inesperado parece positivo, mas ela tem dúvidas se realmente está agindo certo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Renata E O Mago Cristal”, de Enrique Paez, publicado pela editora Paulinas, em 2017 e com 46 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Paulinas
Páginas: 46
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788535612554
Sobre a editora
Os livros da editora Paulinas costumam apresentar uma linguagem acessível e um cuidado especial com a clareza, seja na releitura contemporânea de textos sagrados ou na abordagem de temas espirituais e sociais. A experiência de leitura frequentemente convida a uma reflexão profunda sobre fé, promoção humana e transformação pessoal, com narrativas que transitam entre o didático e o poético. O catálogo inclui obras que dialogam com públicos variados, desde crianças e jovens até adultos interessados em catequese, espiritualidade e questões sociais, sempre com um tom que mescla simplicidade e profundidade. A diversidade editorial se manifesta em textos que vão do relato pessoal e histórico a propostas pedagógicas e à literatura infantojuvenil, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto narrativo.
