
Título: Rene Burri - Mouvement
Autor: Rene Burri
Sinopse: Over the course of a half-century, the photographs of René Burri (1933–2014) have tracked the turning points, triumphs and crises of the twentieth century. Whether it was the 15-year-old Burri's portrait of Winston Churchill or his later portrayals of Che Guevara, Fidel Castro, Richard Nixon, Anwar as-Sadat or Muammar al-Gaddafi, all have lodged themselves in the collective consciousness. Removed from sensationalism yet no less striking are Burri's images of the theater of war, of people suffering in poverty and calamity. And as if to hold such horrors in check, Burri turned his lens with equal intensity to the spheres of beauty and creativity?to the landscapes of Latin America, to great artists such as Picasso and Maria Callas, and to luminaries of architecture such as Le Corbusier and Oscar Niemeyer. This two-volume collection offers an extensive compilation of images from the eminent photojournalist. Acabamento: Hardcover. Peso: 335g. Dimensões: 23 x 16 x 1.5.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Rene Burri – Mouvement”, de Rene Burri, publicado pela editora Steidl, em 2015 e com 300 páginas, integra a categoria Fotografia e Gravuras. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Steidl
Páginas: 300
Ano: 2015
Edição: 1ª EDIÇÃO
Linguagem: Inglês
ISBN:
ISBN13: 9783869308203
Sobre a editora
Os livros da editora Steidl revelam um olhar atento à fotografia e à arte visual, com narrativas que exploram tanto o íntimo quanto o histórico. A experiência de leitura costuma ser marcada por imagens que capturam momentos de transição — seja o esforço silencioso de bailarinos nos bastidores, a ancestralidade das florestas americanas ou a complexidade emocional de uma nação em transformação. O catálogo sugere uma preferência por obras que combinam rigor documental com um tom contemplativo, onde a fotografia e o texto dialogam para revelar camadas profundas da realidade. Além disso, há espaço para relatos pessoais e autobiográficos que se entrelaçam com a produção artística, criando um ritmo que alterna entre o visual e o verbal.
