
Título: Rescue (Wild at Heart #2)
Autor: Sean Ashcroft
Sinopse: “No one’s ever pretended to date me before.” Twenty-seven-year-old virgin Nolan has always struggled to get a date--until his cousin tries to embarrass him by buying one at auction. Wildlife sanctuary veterinarian Finn is gorgeous and kind, exactly the sort of man Nolan’s always wanted. But he’d never be interested, right? Finn hasn’t been on a date in two years, and it takes getting auctioned off for the sanctuary to convince him to do it. But the guy he ends up with is cute, exactly his type, and turns out to be a kindred spirit. When he risks his own neck to save an injured animal, Finn knows he’s found someone worth keeping. If not for his bully of a cousin looming over everything he does, Nolan could be the man of Finn’s dreams. But will Nolan find the strength to break free of his cousin’s grip? Or is a safe and easy life better than pursuing his dreams? Rescue is a complete gay romance and the second book in the Wild at Heart series, but can be read alone. It ends with a HEA and no cliffhanger, and contains: a Burmese python, the laziest Halloween costume ever, an injured otter, a shoebox full of adult toys, explicit sex scenes, and true love conquering all.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Rescue (Wild at Heart #2)”, de Sean Ashcroft, publicado pela editora Kindle Edition, em 2018 e com 300 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Kindle Edition
Páginas: 300
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Kindle Edition costumam explorar histórias marcadas por relações intensas, conflitos emocionais e personagens que enfrentam dilemas pessoais profundos. O catálogo traz narrativas que transitam entre romances contemporâneos, dramas familiares e suspense, frequentemente com protagonistas que lidam com passados traumáticos ou situações limites. O tom varia do mais sensual e provocativo ao sombrio e tenso, com ritmo que ora acelera em cenas de confronto, ora desacelera para aprofundar emoções. Há obras que abordam temas LGBT, fantasia urbana e até elementos góticos, mostrando certa diversidade dentro de um foco claro em dramas humanos e afetivos.
