
Título: Resvalamentos: A Chave dos Reinos
Autor: Richard Diegues
Sinopse: Imagine um mundo no qual sonho e realidade se tocam. Agora, imagine que esse é o mundo em que você vive. Exatamente! Você vive com um pé no mundo real e o outro em um mundo de sonhos. Muitas vezes é difícil dizer qual é o seu verdadeiro lugar. Tudo não passa de uma questão de perspectiva: você é o sábio chinês que sonhou ser uma borboleta, ou a borboleta que sonhou ser o sábio chinês? Talvez você até seja um jovem chamado Jefferson, que vive há tanto tempo em meio a sonhos e pesadelos que nem mesmo é capaz de discernir qual é seu verdadeiro lar. Talvez você tenha a chave para retornar ao reino em que nasceu, onde sua mãe o aguarda por décadas. Talvez você tenha a chave para cruzar de um reino a outro. Mas talvez você se depare com uma vida que 20 anos depois não seja tão palatável como a que se recordava, e só lhe reste voltar a sonhar.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Resvalamentos: A Chave dos Reinos”, de Richard Diegues, publicado pela editora Tarja Editorial, em 2012 e com 312 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Tarja Editorial
Páginas: 312
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8561541369
ISBN13: 9788561541361
Sobre a editora
Os livros da editora Tarja Editorial convidam o leitor a explorar universos onde a literatura fantástica se desdobra em múltiplas formas, do horror ao realismo mágico, passando por ficção científica e fantasia. A experiência de leitura é marcada por narrativas que oscilam entre o suspense urbano e cenários distópicos, muitas vezes com personagens inseridos em conflitos éticos, sociais e tecnológicos. O catálogo revela uma atenção especial à diversidade, incluindo obras que celebram o amor queer em contextos fantásticos e histórias que desafiam paradigmas tradicionais do gênero. O tom varia do sombrio e perturbador ao irônico e pop, com ritmo que pode ser tanto vertiginoso quanto contemplativo, conforme a proposta de cada obra.
