
Título: Rethinking the Ancient Druids: An Archaeological Perspective
Autor: Miranda Aldhouse-Green
Sinopse: Ancient Classical authors have painted the Druids in a bad light, defining them as a barbaric priesthood, who 2,000 years ago perpetrated savage and blood rites in ancient Britain and Gaul in the name of their gods. Archaeology tells a different and more complicated story of this enigmatic priesthood, a theocracy with immense political and sacred power. This book explores the tangible ‘footprint’ the Druids have left behind: in sacred spaces, art, ritual equipment, images of the gods, strange burial rites and human sacrifice. Their material culture indicates how close was the relationship between Druids and the spirit-world, which evidence suggests they accessed through drug-induced trance.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Rethinking the Ancient Druids: An Archaeological Perspective”, de Miranda Aldhouse-Green, publicado pela editora University of Wales Press, em 2021 e com 281 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: University of Wales Press
Páginas: 281
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora University of Wales Press costumam oferecer uma leitura que combina rigor acadêmico com abordagens interdisciplinares, explorando temas históricos, culturais e literários com profundidade. A experiência de leitura frequentemente envolve análises detalhadas de contextos antigos e modernos, como a influência de tradições literárias do Oriente Próximo na Grécia antiga ou a complexidade política e cultural da década de 1670 na Grã-Bretanha e colônias. O tom varia entre narrativas biográficas, estudos culturais e relatos históricos, mantendo um ritmo que privilegia o aprofundamento e a reflexão. O catálogo indica uma preferência por obras que dialogam com a história, literatura e identidade cultural, incluindo investigações sobre a relação entre linguagem e criação literária, além de estudos sobre práticas sociais e culturais, como o consumo de vinho e a cultura do sangue na Idade Média.
