
Título: Revista Cult 317: Mãe é mãe?
Autor: Cadastro de autores
Sinopse: Uma outra mãe é possível? O dossiê “Mãe é mãe?” propõe olhar criticamente para a categoria “mãe” da forma como a operamos no cotidiano, visando desestabilizar um sistema que atribui às mães uma sobrecarga violenta de trabalho. Sob organização de Marília Moschkovich, coordenadora do Laboratório de Gênero, Sexualidade e Estudos Críticos da Família da USP, este “pequeno manifesto” busca apresentar a um público amplo reflexões que vêm sendo tecidas nos estudos sobre – ou contra – a família no Brasil e no mundo. Sua provocação recusa o apego à categoria “mãe” para perguntar: como seria possível lutar contra o “patriarcado” sem procurar destruí-la? Daí surgem as “contramaternidades”, formas de atravessar o lugar de “mãe” capazes de, quem sabe, implodi-lo. Discutindo temas como adoção, barriga de aluguel, distribuição do cuidado e parentalidades trans, os textos buscam desnaturalizar as relações de gênero e parentesco ligadas à maternidade. Completam esta edição uma entrevista com a escritora e teórica feminista germano-britânica Sophie Lewis e a reportagem “Uma nova gramáticada parentalidade”, por Carolina Azevedo. A editoria de livros traz a coluna Mapa, de Felipe Franco Munhoz; as resenhas de O sombrio coração da inocência, de Débora Ferraz, por Pedro Meira Monteiro e Cantagalo, de Fernanda Teixeira Ribeiro, por Ligia Gonçalves Diniz; e seção Estante, com resenhas da coletânea Homem com homem: Poesia homoerótica brasileira no século XXI, O peão, de Paco Cerdà, Lord Byron, Aleksandra Kollontai e mais. Completam esta edição as colunas de Maria Rita Kehl e Marcia tiburi, e a Oficina Literária, com o poema em prosa “Dos males e seus remédios”, de Francisca Olga Marinho. dossiê | Uma outra mãe é possível? por Marília Moschkovich entrevista | Sophie Lewis quer socializar o cuidado e abolir a família por Marília Moschkovich, com tradução de Carolina Azevedo Da “mãe” ao “matriarcado” por Marília Moschkovich Fornos, incubadoras e babásao extremo: Deslocamentosda ideia de “mãe” na prática de gestação de substituição por Bruna Kern Graziuso Mãe de marido: Freud e o casamento cis-heteromonogâmico por Maíra Marcondes Moreira Cascas de laranja por Amanda Palha Uma nova gramáticada parentalidade por Carolina Azevedo Nunca houve inocência por Pedro Meira Monteiro A delícia dolorida de Cantagalo por Ligia Gonçalves Diniz Homoeróticos: Corpo,vida e poesia gay por Victor Kutz Sobre distância e ausência por Victor Kutz O passo curto do peão por Carolina Azevedo Revolução na reprodução por Carolina Azevedo Tudo aquilo que só cabe no silêncio por Carolina Azevedo Piromania byroniana por Victor Kutz mapa | Sussurros e cicatrizes por Felipe Franco Munhoz coluna | O fundamento místico do capacitismo Por Marcia Tiburi Maternidades por Maria Rita Kehl Oficina Literária | Dos males e seus remédios por Francisca Olga Marinho
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Revista Cult 317: Mãe é mãe?”, de Cadastro de autores, publicado pela editora Bregantini, em 2025 e com 52 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Bregantini
Páginas: 52
Ano: 2025
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora bregantini costumam provocar um mergulho denso em temas filosóficos, políticos e culturais, com um olhar atento às questões contemporâneas e históricas. A leitura frequentemente envolve textos que dialogam com a filosofia política, o feminismo, a psicanálise e a crítica social, criando um clima de reflexão crítica e debate intelectual. O tom das obras varia entre entrevistas, ensaios e dossiês, com ritmo que privilegia a profundidade e a complexidade do pensamento, sem abrir mão de conexões com acontecimentos atuais. O catálogo sugere um público interessado em análises rigorosas sobre identidade, democracia, cultura e poder, com atenção especial a temas como a política brasileira e a filosofia contemporânea. Entre as obras, há tanto materiais mais narrativos quanto outros de caráter mais informativo e analítico, o que amplia as possibilidades de leitura dentro da mesma linha editorial.
