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Revista da Cinemateca Brasileira

Título: Revista da Cinemateca Brasileira

Autor: não informado

Sinopse: A Cinemateca inicia a publicação regular de um periódico sobre a cultura cinematográfica, tomando a expressão em suas várias manifestações. Uma revista com um programa plural para discutir o fato cinematográfico ou, a partir dele, questões diversas em torno da arte e da sociedade contemporâneas. Neste primeiro número, ao lado de ensaios, artigos, depoimentos e críticas, o Guia de Arquivos Pessoais e Institucionais, apresenta a diversidade de fontes documentais, decisivas para o estudo e a reflexão. A seção fixa Pauloemiliana merece destaque por apresentar as diversas facetas de nosso crítico maior. Polígrafo interessado nas coisas de cinema, Paulo Emilio Salles Gomes praticou o diário, a epistolografia, o ensaio crítico, o político, o texto didático, o discurso, o escrito de intervenção do militante, a crônica, o artigo jornalístico e a novela. Seu arquivo, depositado na Cinemateca, graças à clarividência de Lygia Fagundes Telles, ajuda a desvendar essa obra viva e fornece elementos importantes para a história do cinema brasileiro.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Revista da Cinemateca Brasileira”, de não informado, publicado pela editora Cinemateca Brasileira, em 2012 e com 132 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Cinemateca Brasileira

Páginas: 132

Ano: 2012

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Não informado oferece uma experiência bastante variada, transitando entre o informativo e o narrativo, o factual e o imaginativo. Em alguns títulos, o ritmo é dinâmico, com histórias em quadrinhos e aventuras que exploram mundos fantásticos e personagens com poderes sobrenaturais, enquanto outros apresentam um tom mais didático e reflexivo, como análises históricas, biografias e temas científicos. Essa diversidade cria uma tensão entre o entretenimento leve e o aprofundamento em temas específicos, convidando o leitor a alternar entre o lúdico e o intelectual. A prosa pode ser direta e acessível, especialmente em obras que buscam explicar ou instruir, ou mais detalhada e envolvente, quando o foco é a construção de atmosferas e personagens. Em meio a essa variedade, os livros de Não informado frequentemente deixam no leitor a pergunta sobre o que está por trás das narrativas — seja um mistério a ser desvendado, uma reflexão a ser feita ou uma emoção a ser sentida.

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