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Revista Pernambuco #18: Junho de 2025

Título: Revista Pernambuco #18: Junho de 2025

Autor: Cadastro de autores

Sinopse: Sebastião José de Carvalho e Mello e Albert Edward nunca se conheceram, mas estão a 1 km um do outro. A referência é ao português Marquês de Pombal e ao rei britânico Eduardo VII. A rotatória/rotunda que homenageia o primeiro quase olha de soslaio para o parque do segundo, onde acontece o principal evento de promoção de livros em Portugal: a Feira do Livro de Lisboa. A realização da feira neste mês serve como pretexto para a Pernambuco pôr em tela algo sobre a recepção/receção da literatura brasileira em Portugal. Foi durante a administração do Marquês de Pombal que o Brasil foi obrigado a falar a língua portuguesa, com proibição das demais. Nomeadamente, a chamada Língua Geral. No famoso Directorio, de 1757, observa-se que “só cuidaram os primeiros conquistadores estabelecer nela o uso da Língua, que chamaram geral; invenção verdadeiramente abominável e diabólica. (...) Para desterrar este perniciosíssimo abuso, será um dos principais cuidados dos diretores estabelecer nas suas respectivas povoações o uso da Língua Portuguesa”. Na sequência lê-se “unicamente da Portuguesa”, considerado um importante fator de civilidade/civilização pelos colonizadores. O documento está assinado pelo administrador Francisco Xavier de Mendonça Furtado, pelo Marquês, por Sebastião José de Carvalho e Mello e o rei de Portugal, D. José I, o Reformador. Aquele “unicamente” aplicado à língua foi um dos itens determinantes da obsessão portuguesa e brasileira pela unidade. Do contrário, o idioma do Brasil hoje poderia ser uma divertida mescla do Português com línguas indígenas. No poema “Evocação do Recife”, que faz um século agora, Manuel Bandeira exalta a língua do povo, “que fala gostoso o português do Brasil”. A partir de autores como ele foi crescente e imparável o abrasileiramento da língua portuguesa. Também acaba de completar um século o ativista estadunidense Malcolm X. Oportunidade para esboçar um debate que vá além do mero balanço do seu legado na luta pelos direitos civis.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Revista Pernambuco #18: Junho de 2025”, de Cadastro de autores, publicado pela editora Cepe, em 2025 e com 80 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Cepe

Páginas: 80

Ano: 2025

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Cadastro de autores revela um universo marcado pela diversidade de gêneros e estilos, com forte presença de histórias em quadrinhos, mangás e narrativas gráficas. A experiência oscila entre o ritmo acelerado das aventuras e o tom mais introspectivo de dramas pessoais, muitas vezes permeados por tensões emocionais intensas e conflitos internos. As tramas frequentemente exploram temas como identidade, justiça e relações humanas, com personagens que transitam entre o heroísmo e a vulnerabilidade. A prosa visual, quando presente, varia do detalhamento minucioso à economia de traços, criando atmosferas que vão do sombrio ao leve, do realista ao fantástico. Navegar pelos livros de Cadastro de autores neste catálogo é entrar em contato com histórias que desafiam o leitor a refletir sobre escolhas e consequências, enquanto se mantém entretido por narrativas ágeis e envolventes.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Cepe costumam oferecer uma imersão profunda na história e cultura de Pernambuco e do Nordeste, com abordagens que combinam rigor acadêmico e diálogo acessível com o leitor. A leitura frequentemente envolve narrativas que exploram acontecimentos históricos, movimentos culturais e personalidades regionais, trazendo à tona aspectos pouco conhecidos ou silenciados pela produção editorial tradicional. Além disso, há uma presença marcante de obras que transitam entre a literatura experimental e a poesia, com linguagens que desafiam formatos convencionais e exploram a memória e a subjetividade. O catálogo revela, assim, um equilíbrio entre textos mais informativos e ensaísticos e outros que privilegiam a construção literária e a reflexão estética.

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