
Título: Revista Piauí n. 142
Autor: não informado
Sinopse: anais da imigração No rastro de Boubacar Escutando os refugiados africanos na Europa MORI PONSOWY tribuna livre da luta de classes Não foi você Uma interpretação do bolsonarismo BRUNO CARVALHO anais do cangaço A soberana do Sertão Os poderes de Maria Bonita e a brutalidade dos homens de Lampião ADRIANA NEGREIROS história pessoal Meus avós em ruínas Por que não consigo me livrar do apartamento modernista que herdei há cinco anos? CAROL BENSIMON questões geológicas O segredo do abismo Por que o Brasil quer explorar minérios nas profundezas do oceano Atlântico CLAUDIO ANGELO questões literárias O poeta e a pedra Carlos Drummond de Andrade, Itabira e a mineração JOSÉ MIGUEL WISNIK perfil Anthony Bourdain é uma festa Com um apetite insaciável por culturas e cozinhas nativas, o chef se tornou um estadista itinerante PATRICK RADDEN KEEFE poemas Construímos muros de palavras ao redor YASMIN NIGRI quadrinhos Peréio continua com acento ANDRÍCIO DE SOUZA despedida A revoada Maior lote mundial de ararinhas-azuis deixa o Catar ROBERTO KAZ
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Revista Piauí n. 142”, de não informado, publicado pela editora Alvinegra, em 2018 e com 80 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Alvinegra
Páginas: 80
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Alvinegra revelam um interesse em explorar temas contemporâneos com um olhar atento às tensões políticas e sociais. A leitura frequentemente envolve narrativas que se situam entre a crônica jornalística e o ensaio crítico, com foco em personagens e eventos que ilustram conflitos de poder e dilemas éticos. O tom varia entre o analítico e o narrativo, alternando entre descrições densas de contextos históricos e relatos mais pessoais ou biográficos. O catálogo sugere um público que valoriza obras que provocam reflexão sobre o presente, com ritmo que pode ser tanto intenso quanto pausado, dependendo do enfoque da obra. Em geral, a Alvinegra publica textos que combinam rigor documental com uma linguagem acessível, capazes de criar imagens mentais vívidas dos temas abordados.
