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Revista Piauí n.203

Título: Revista Piauí n.203

Autor: Cadastro de autores

Sinopse: Alguém apostaria que, sete meses depois da intentona golpista, a piauí estaria investigando o sucesso de Fernando Haddad no comando do Ministério da Fazenda? Nesta edição, a repórter Ana Clara Costa conta como ele chegou lá (O ministro). Depois de mais de um mês de protestos incandescentes em Paris, que terminaram com 1 morte, 2 feridos graves e 3,5 mil presos, a piauí faz um balanço dos acontecimentos na voz de duas testemunhas: o escritor francês Anthony Passeron (Fantasmas coloniais) e a estudante Maria Massela (“Volta pra África”). O escritor russo Gary Shteyngart, que vive nos Estados Unidos, conta, com verve e deboche, sua experiência de trancar-se num quarto de hotel por cinco dias diante de três aparelhos sintonizados em canais da tevê estatal russa (Uma overdose de tevê russa). Em seis páginas, Tatiane de Assis faz o perfil do artista visual baiano Ayrson Heráclito, que será um dos destaques da 35ª Bienal de São Paulo (O ativista místico). A edição apresenta ainda um conjunto de reportagens que contam experiências pessoais radicais: João Batista Jr. resgata o drama do bailarino Wagner Schwartz que, depois de fazer uma performance nu no Museu de Arte Moderna (MAM), de São Paulo, tornou-se alvo da fúria da direita extremista (La Bête contra as bestas). Em depoimento exclusivo, Marta Pipponzi, herdeira da rede de farmácias Droga Raia, conta o que passou durante um episódio que quase ninguém conhece: 41 dias de sequestro (“Ela chegou, ela está viva”). Felippe Aníbal descreve a interminável batalha de Beatriz Abagge para provar sua inocência na morte do menino Evandro, em 1992 (O labirinto). Pedro Tavares passou o dia 11 de julho com Ricardo Chust Trajano, que, há exato meio século, em 11 de julho de 1973, tornou-se o único passageiro sobrevivente da maior tragédia aérea da Varig (Cinquenta anos num dia). Leia, ainda, o início da obra-prima do poeta americano William Carlos Williams, pela primeira vez traduzido na íntegra no Brasil (Paterson), um conto de Vanessa Passos (Dentro do armário) e a despedida de José Celso Martinez Corrêa, escrita por Angélica Santa Cruz (A última tragycomedyorgia). E, para encerrar com bom humor, confira Batman, na história em quadrinhos de Allan Sieber e Helio de La Peña (Sempre teremos Gotham) e o diário do Geraldo (Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura por el Centrón).

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Revista Piauí n.203”, de Cadastro de autores, publicado pela editora Alvinegra, em 2023 e com 86 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Alvinegra

Páginas: 86

Ano: 2023

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Cadastro de autores revela um universo marcado pela diversidade de gêneros e estilos, com forte presença de histórias em quadrinhos, mangás e narrativas gráficas. A experiência oscila entre o ritmo acelerado das aventuras e o tom mais introspectivo de dramas pessoais, muitas vezes permeados por tensões emocionais intensas e conflitos internos. As tramas frequentemente exploram temas como identidade, justiça e relações humanas, com personagens que transitam entre o heroísmo e a vulnerabilidade. A prosa visual, quando presente, varia do detalhamento minucioso à economia de traços, criando atmosferas que vão do sombrio ao leve, do realista ao fantástico. Navegar pelos livros de Cadastro de autores neste catálogo é entrar em contato com histórias que desafiam o leitor a refletir sobre escolhas e consequências, enquanto se mantém entretido por narrativas ágeis e envolventes.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Alvinegra revelam um interesse em explorar temas contemporâneos com um olhar atento às tensões políticas e sociais. A leitura frequentemente envolve narrativas que se situam entre a crônica jornalística e o ensaio crítico, com foco em personagens e eventos que ilustram conflitos de poder e dilemas éticos. O tom varia entre o analítico e o narrativo, alternando entre descrições densas de contextos históricos e relatos mais pessoais ou biográficos. O catálogo sugere um público que valoriza obras que provocam reflexão sobre o presente, com ritmo que pode ser tanto intenso quanto pausado, dependendo do enfoque da obra. Em geral, a Alvinegra publica textos que combinam rigor documental com uma linguagem acessível, capazes de criar imagens mentais vívidas dos temas abordados.

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