
Título: Revista Téchne #177: Logística Urbana
Autor: Cadastro de autores
Sinopse: No dia 3 de junho de 1997, a Ponte dos Remédios, em São Paulo, foi interditada devido a um acelerado processo de ruptura dos cabos de protensão. Quando os primeiros técnicos chegaram ao local, a velocidade de deformação no meio do vão central chegava a cerca de 1 mm por hora. A interdição acarretou milhões em prejuízos, infernizou a vida dos paulistanos e multiplicou o trânsito caótico da cidade. Na edição no 30, em setembro de 1997, Téchne apontou as possíveis causas do ocorrido e detalhou os procedimentos de recuperação. Mas, acima de tudo, alertou para a necessidade de procedimentos adequados de vistoria, inspeção e monitoramento das obras de arte em todo o Brasil. Quase 15 anos depois, parece que não avançamos muito. No último dia 24 de novembro, parte da passagem de pedestres da Ponte dos Remédios desabou, junto com a mureta de proteção. Convidado pelo jornal Agora São Paulo, o engenheiro Luiz Sérgio Mendonça Coelho, professor da Fundação Educacional Inaciana (FEI), visitou 14 pontes ao longo das marginais, incluindo a dos Remédios, e constatou alguns riscos semelhantes em pelo menos oito obras. Todo tipo de problema foi encontrado - armaduras expostas por colisão ou por desgaste do concreto, anteparos e apoios comprometidos, queda de revestimento etc. Nos últimos anos, São Paulo deu impulso a uma onda de pontes estaiadas, com o argumento, bastante plausível, de criar novos marcos urbanos. Não parece, entretanto, dar a mesma importância aos cabos de protensão em vias de ruptura nos tabuleiros. Os orçamentos de manutenção estão sujeitos a cortes, como se fosse possível, em vez de recuperar uma estrutura comprometida, executar apenas alguns reforços pontuais. Fica a mesma recomendação feita há quase 15 anos por Téchne: "nada disso é possível se os Estados, municípios e a própria União continuarem descartando o desenvolvimento de bancos de dados e sistemas de gerenciamento de equipamentos públicos". Paulo Kiss
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Revista Téchne #177: Logística Urbana”, de Cadastro de autores, publicado pela editora PINI, em 2011 e com 80 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: PINI
Páginas: 80
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Pini oferecem uma imersão detalhada no universo da engenharia civil, construção e planejamento urbano, com textos que mesclam didatismo e aplicação prática. A leitura frequentemente traz um tom técnico, voltado para profissionais como engenheiros, arquitetos e gestores de obras, mas também para estudantes que buscam aprofundamento. O ritmo das obras apresentadas varia entre análises de grandes empreendimentos com prazos apertados e orientações passo a passo para execução de técnicas específicas, criando um contraste entre o mais narrativo e o mais informativo. O catálogo revela um interesse constante por temas como sustentabilidade, segurança no trabalho e inovação tecnológica, sempre com atenção às normas e procedimentos vigentes. A linguagem é direta, com foco em clareza e aplicabilidade, refletindo um compromisso com a precisão e a utilidade prática.
