
Título: Revista Téchne #179: Superviga Protendida
Autor: Cadastro de autores
Sinopse: Novas exigências, velhos paradigmas O entrevistado desta edição, o arquiteto e engenheiro estrutural alemão Werner Sobek, é um dos fundadores do German Sustainable Building Council (DGNB). A entidade está trazendo para o Brasil um selo de sustentabilidade baseado no conceito de Triple Zero, segundo o qual a construção deve demandar zero energia em operação, ter zero emissões de CO2no processo e não produzir resíduos durante toda a vida útil. Surge a dúvida: estamos preparados para atender a esses níveis de exigência? Competência técnica à nossa engenharia não falta, mas é preciso construir a custos competitivos. Em artigo publicado também nesta edição, o professor André Nagalli reconhece que, comparados aos "convencionais", os edifícios sustentáveis têm um custo inicial cerca de 10% maior. Volta aí uma velha questão: como o Poder Público, nas diversas instâncias, poderia induzir e fomentar a sustentabilidade na construção civil brasileira? O Reino Unido se comprometeu a reduzir as emissões de carbono em pelo menos 34% até 2020. No Brasil, por enquanto, metas conhecidas e compartilhadas por toda a sociedade parecem muito distantes. Vale lembrar da adaptação das construtoras às exigências da NBR 15.575, a norma de desempenho para edifícios habitacionais de até cinco pavimentos. Sua exigibilidade foi novamente prorrogada, agora para março de 2013. Se avançássemos nessa questão, o caminho ficaria mais "livre" para o atendimento a requisitos de sustentabilidade. Afinal, separar exigências ambientais da qualidade e desempenho de sistemas construtivos constitui um erro grosseiro ao se tratar de um assunto tão importante. Infelizmente, ainda coexistem novas exigências e velhos paradigmas a serem quebrados. Renato Faria
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Revista Téchne #179: Superviga Protendida”, de Cadastro de autores, publicado pela editora PINI, em 2012 e com 80 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: PINI
Páginas: 80
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Pini oferecem uma imersão detalhada no universo da engenharia civil, construção e planejamento urbano, com textos que mesclam didatismo e aplicação prática. A leitura frequentemente traz um tom técnico, voltado para profissionais como engenheiros, arquitetos e gestores de obras, mas também para estudantes que buscam aprofundamento. O ritmo das obras apresentadas varia entre análises de grandes empreendimentos com prazos apertados e orientações passo a passo para execução de técnicas específicas, criando um contraste entre o mais narrativo e o mais informativo. O catálogo revela um interesse constante por temas como sustentabilidade, segurança no trabalho e inovação tecnológica, sempre com atenção às normas e procedimentos vigentes. A linguagem é direta, com foco em clareza e aplicabilidade, refletindo um compromisso com a precisão e a utilidade prática.
