
Título: Ride a Cockhorse
Autor: Raymond Kennedy
Sinopse: A revolution is under way at a once sleepy New England bank. Forty-five-year-old Frances Fitzgibbons has gone from sweet-tempered loan officer to insatiable force of nature almost overnight. Suddenly she’s brazenly seducing the high-school drum major, taking over her boss’s office, firing anyone who crosses her, inspiring populist fervor, and publicly announcing plans to crush her local rivals en route to dominating the entire banking industry in the northeast. The terrifying new order instituted by Frankie and her offbeat goon squad (led by her devoted hairdresser and including her own son-in-law) is an awesome spectacle to behold. Brimming with snappy dialogue and gleeful obscenity, Ride a Cockhorse is a rollicking cautionary tale of small-town demagoguery that might be seen to prefigure both America’s current financial woes and the rise of Sarah Palin. Frances is in any case a beautiful monster of an antiheroine—resist her at your peril!
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Ride a Cockhorse”, de Raymond Kennedy, publicado pela editora NYRB Classics, em 2012 e com 336 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: NYRB Classics
Páginas: 336
Ano: 2012
Edição: Reprint
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9781590174890
ISBN13: 9781590174890
Sobre a editora
Os livros da editora NYRB Classics convidam o leitor a uma imersão em narrativas que transitam entre o histórico, o literário e o filosófico, com uma atenção especial a obras que exploram tensões morais e sociais profundas. O catálogo revela uma predileção por textos que combinam densidade intelectual com uma prosa muitas vezes lírica e precisa, abordando desde relatos de períodos sombrios da história até ficções que desafiam convenções narrativas. Há um equilíbrio entre obras mais narrativas, como contos e romances que exploram relações humanas e conflitos íntimos, e textos mais ensaísticos ou críticos que dialogam com questões filosóficas e culturais. A experiência de leitura tende a ser marcada por um tom sóbrio, por vezes melancólico, que convida à reflexão sobre temas como poder, identidade e memória.
