
Título: Rio São Francisco e a Chapada Diamantina, O
Autor: Teodoro Sampaio
Sinopse: O engenheiro baiano Teodoro Sampaio (1855-1937) era um dos integrantes da Comissão Hidráulica que, no final do século XIX, empreendeu uma viagem de 3 mil quilômetros pelo interior do Brasil. Boa parte da expedição foi realizada em navegações pelo rio São Francisco, desde sua foz, no oceano Atlântico, até a cidade de Pirapora (MG). O retorno se deu por terra, pelas veredas da Chapada Diamantina. Sampaio descreve as cidades e sua gente, as condições da viagem e os elementos naturais dos estados de Alagoas, Sergipe, Bahia, Pernambuco e Minas Gerais.Seus apontamentos apareceram pela primeira vez em capítulos na revista mensal Santa Cruz, entre 1900 e 1903. A primeira edição em livro saiu em 1906. Sampaio viveu e trabalhou em São Paulo de 1886 a 1903. Na capital paulista, participou da criação da Escola Politécnica e do Instituto Histórico e Geográfico, dirigiu os trabalhos de saneamento do Estado e foi responsável pela exploração dos rios Itapetininga e Paranapanema.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “Rio São Francisco e a Chapada Diamantina, O”, de Teodoro Sampaio, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2002 e com 360 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 360
Ano: 2002
Edição: undefined
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535902562
ISBN13: 9788535902563
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,281
- Altura (cm): 16,00
- Largura (cm): 11,50
- Espessura (cm): 1,90
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
