
Título: Robert Adams - the Place We Live
Sinopse: The Place We Live traces Robert Adams' deep engagement with the geography of the American West, weaving together various aspects of over four decades of work into a cohesive, epic narrative of the American experience. Taken as a whole, this publication elucidates the photographer's civic goals: to consider the privilege of the place we were given and the obligations of citizenship. Printed with an unprecedented fidelity to the photographer's original prints, volumes one and two reflect Adams' exacting, compelling sequence of nearly 400 plates and bring together texts written by the photographer to accompany his photographic projects. Volume three offers a detailed chronology of Adams' life, an illustrated bibliography of his monographs, selections from his personal archive, and a series of critical essays on his work by Joshua Chuang, Tod Papageorge, Jock Reynolds and John Szarkowski. Acabamento: Hardcover. Peso: 715g. Dimensões: 23 x 16 x 1.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Robert Adams – the Place We Live”, publicado pela editora Steidl, em 2014 e com 640 páginas, integra a categoria Fotografia e Gravuras. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Steidl
Páginas: 640
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: Inglês
ISBN:
ISBN13: 9783869305332
Sobre a editora
Os livros da editora Steidl revelam um olhar atento à fotografia e à arte visual, com narrativas que exploram tanto o íntimo quanto o histórico. A experiência de leitura costuma ser marcada por imagens que capturam momentos de transição — seja o esforço silencioso de bailarinos nos bastidores, a ancestralidade das florestas americanas ou a complexidade emocional de uma nação em transformação. O catálogo sugere uma preferência por obras que combinam rigor documental com um tom contemplativo, onde a fotografia e o texto dialogam para revelar camadas profundas da realidade. Além disso, há espaço para relatos pessoais e autobiográficos que se entrelaçam com a produção artística, criando um ritmo que alterna entre o visual e o verbal.
