
Título: Robert B. Parker's Killing the Blues
Autor: Michael Brandman
Sinopse: Paradise, Massachusetts, police chief Jesse Stone returns in a brilliant new addition to the New York Times-bestselling series. Paradise, Massachusetts, is preparing for the summer tourist season when a string of car thefts disturbs what is usually a quiet time in town. In a sudden escalation of violence, the thefts become murder, and chief of police Jesse Stone finds himself facing one of the toughest cases of his career. Pressure from the town politicians only increases when another crime wave puts residents on edge. Jesse confronts a personal dilemma as well: a burgeoning relationship with a young PR executive, whose plans to turn Paradise into a summertime concert destination may have her running afoul of the law. When a mysterious figure from Jesse's past arrives in town, memories of his last troubled days as a cop in L.A. threaten his ability to keep order in Paradise-especially when it appears that the stranger is out for revenge.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Robert B. Parker’s Killing the Blues”, de Michael Brandman, publicado pela editora Penguin, em 2011 e com 320 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin
Páginas: 320
Ano: 2011
Edição: 3
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9781101547748
ISBN13: 9781101547748
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas envolventes e textos densos, com temas que transitam entre suspense, filosofia, história e literatura clássica. O catálogo apresenta desde thrillers contemporâneos com tramas policiais e conspirações até reflexões existenciais e guias práticos, como manuais de sobrevivência e técnicas culinárias. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre histórias narrativas e obras mais informativas ou ensaísticas, com um tom que pode variar do tenso e misterioso ao didático e contemplativo. A linguagem frequentemente privilegia personagens complexos e conflitos profundos, enquanto o ritmo pode oscilar entre o acelerado das tramas de suspense e o mais pausado das obras clássicas e filosóficas.
