
Título: Robert Frank - What We Have Seen
Sinopse: Yet another superb volume in the photographer’s popular series of visual diaries, What We Have Seen is all about people and places in the long and convivial life of Robert Frank (born 1924). Opening and closing with the zoom on the dial of a clock tower, serving as a reminder of the silent but constant passage of time, the book is laden with memories and pictures of old photographs. Like a leitmotif carrying us through the images, the word "souvenir" pops up under a magnifying glass positioned on a French text as a reading device. Frank’s house in Mabou is once again portrayed as a popular retreat for people such as Jack Kerouac, Gerhard Steidl, Allen Ginsberg, William S. Burroughs and Frank’s family members. As ever, Frank’s visual diaries constitute an important part of both his later work and developments in the ongoing art of the photobook. Acabamento: Paperback. Peso: 150g. Dimensões: 23 x 16 x 1.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Robert Frank – What We Have Seen”, publicado pela editora Steidl, em 2016 e com 48 páginas, integra a categoria Fotografia e Gravuras. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Steidl
Páginas: 48
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: Inglês
ISBN:
ISBN13: 9783958290952
Sobre a editora
Os livros da editora Steidl revelam um olhar atento à fotografia e à arte visual, com narrativas que exploram tanto o íntimo quanto o histórico. A experiência de leitura costuma ser marcada por imagens que capturam momentos de transição — seja o esforço silencioso de bailarinos nos bastidores, a ancestralidade das florestas americanas ou a complexidade emocional de uma nação em transformação. O catálogo sugere uma preferência por obras que combinam rigor documental com um tom contemplativo, onde a fotografia e o texto dialogam para revelar camadas profundas da realidade. Além disso, há espaço para relatos pessoais e autobiográficos que se entrelaçam com a produção artística, criando um ritmo que alterna entre o visual e o verbal.
