
Título: Roderic, o caçador (Sexta-feira 13 #1)
Autor: Diogo Cavalli
Sinopse: Criado desde muito pequeno por um padre, Roderic comete o maior erro da sua vida ao deixar que seus amigos o convençam a realizar o “jogo do copo” no interior da igreja que ele cuida. Uma Sexta-Feira 13, um copo consagrado, um corte acidental, uma gota de sangue sobre o tabuleiro, abrem um portal para Mition, a dimensão dos monstros, e com isso lendas há muito esquecidas ressurgem diante dos olhos dos garotos. Após serem banidas deste local sagrado, fogem para outros portais e desaparecem. No entanto, a verdade era outra, as criaturas mantinham-se soltas entre o passado e o futuro, ou seja, pontas soltas em uma linha temporal existente entre os portais, que a qualquer deslize poderia ser mudada, comprometendo o destino de toda a civilização. O único capaz de caçá-los será o próprio Roderic, o herdeiro dos caçadores de monstros que há muito tempo realizaram essa tarefa. Seu sangue os libertou, e entre dor e suor ele os deverá caçar. A mercê de monstros sanguinários que espreitam tanto na luz quanto na escuridão, Roderic encontrará ajudas bem inesperadas, que exigirão dele muito discernimento em qual decisão tomar...
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Roderic, o caçador (Sexta-feira 13 #1)”, de Diogo Cavalli, publicado pela editora Xeque-Matte, em 2018 e com 185 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Xeque-Matte
Páginas: 185
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788593344213
Sobre a editora
Os livros da editora Xeque-Matte costumam transportar o leitor a universos onde conflitos pessoais e sociais se entrelaçam com elementos fantásticos e realistas. Em suas histórias, o amor aparece tanto como força redentora em meio a dificuldades extremas quanto como desafio em contextos de opressão e luta. O catálogo revela uma predileção por narrativas que exploram tensões entre grupos e indivíduos, seja em cenários urbanos marcados por violência, seja em mundos imaginários governados por magia e disputas pelo poder. O ritmo varia entre a intensidade dramática das escolhas de vida e morte e a construção gradual de reinos e sociedades em crise, com personagens jovens em processo de autodescoberta e resistência.
