
Título: Roleta russa: (Formas Breves)
Autor: Giovana Madalosso
Sinopse: “E a sete palmos, o fim, mas também o começo. O apodrecimento, lento, até os vermes comerem toda a carne, deixando só dois pares de próteses – um do peito, outro da bunda – inteirinhos dentro do caixão. Quatro saquinhos de plástico, parcelados em seis vezes sem juros. Restos de um banquete que não engole a mentira. Até o dia em que um coveiro, procurando espaço para outros defuntos, abrir o caixão e olhar para os saquinhos e pensar: que porcaria é essa, sô?. Engraçado como a vida faz questão de humilhar a gente, mesmo depois que a gente já está morto.” Giovana Madalosso constrói uma narrativa onde a diversão e a crueldade dançam tango. Um conto profundo sobre como a vida é um passo para a morte. Madalosso é contista e roteirista. Vive em São Paulo. Formas Breves é um selo digital dedicado ao gênero conto. Seu único princípio é a qualidade. Com traduções diretas e exclusivas de grandes clássicos do conto universal ou com narrativas da nova geração de escritores em língua portuguesa, Formas breves é um ancoradouro desta galáxia chamada conto.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Roleta russa: (Formas Breves)”, de Giovana Madalosso, publicado pela editora e-galáxia, em 2015 e com 10 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: e-galáxia
Páginas: 10
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora E-Galáxia costumam explorar narrativas que transitam entre o conto, o ensaio e o humor gráfico, criando uma experiência de leitura marcada pela diversidade de vozes e estilos. O catálogo apresenta obras que vão do relato íntimo e sensível, como crônicas pessoais e histórias de paternidade, até contos densos e provocativos que abordam temas como culpa, violência urbana e dilemas éticos. Em alguns títulos, o ritmo é mais acelerado, com tensão crescente, enquanto em outros predomina um tom mais reflexivo e pausado, quase meditativo. Essa variedade sugere um interesse editorial em textos que desafiam o leitor a navegar entre o cotidiano e o extraordinário, entre o realismo cru e o humor sutil.
