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Roman policier (Le)

Título: Roman policier (Le)

Autor: Siegfried Kracauer

Sinopse: Composé entre 1922 et 1925, ce livre - l'une des premières études du genre - se situe à la charnière entre la Théorie du roman de Lukacs et les débuts de l'Ecole de Francfort. Kracauer découvre les correspondances secrètes entre le genre fortement codé qu'est le roman policier et ... la théologie. C'est une théologie du néant, où le détective, célibataire comme les ecclésiastiques, célèbre dans le hall d'hôtel les messes noires de la raison infaillible et invincible. La philosophie rationaliste elle-même s'avère être une sorte de roman policier. Siegfried Kracauer (1889-1966), philosophe, théoricien du cinéma, figure de proue de la culture intellectuelle de Weimar, très lié à Walter Benjamin, Ernst Bloch ou encore Max Horkheimer, ami de Theodor Adorno, élève de Georg Simmel, est l'auteur de plusieurs livres dont le fameux "De Caligari à Hitler. Une histoire psychologique du cinéma allemand" (Flammarion).

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Roman policier (Le)”, de Siegfried Kracauer, publicado pela editora Payot *, em 2001 e com 224 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Payot *

Páginas: 224

Ano: 2001

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN: 2228894516

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Siegfried Kracauer oferece um mergulho denso e analítico, onde a prosa transita entre o ensaio literário e o estudo sociológico, criando um ritmo que oscila entre a reflexão profunda e a ironia sutil. O foco está na construção de um olhar crítico sobre a cultura e a sociedade, especialmente no contexto alemão do início do século XX, com personagens e situações que revelam tensões psicológicas e sociais subjacentes. A experiência é marcada por uma tensão intelectual que provoca questionamentos sobre identidade, memória e o papel das imagens, especialmente as cinematográficas, como espelhos do espírito coletivo. Há um contraste entre a objetividade quase documental e a densidade filosófica, que desafia o leitor a acompanhar uma narrativa que é ao mesmo tempo histórica e interpretativa, sem concessões ao simplismo.

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