
Título: Romance de Clã - Ravnos
Autor: Kathellen Ryan
Sinopse: Khalil Ravana sempre foi um peso-leve, um vadio, um ladrão sem qualquer status ou poder... até o momento. O acaso salvou-o de uma tempestade em Calcutá que aniquilou completamente seu clã, e agora, o acaso colocou-o no centro de outra tempestade – a cidade de Nova York, próximo das lutas encarniçadas dos Membros pela posse da Costa Leste dos Estados Unidos. É também o epicentro para Leopold, um Toreador que adquire grandes poderes misteriosamente – mesmo sem o Olho de Hazimel. E desta vez, os dedos pegajosos de Khalil deram a ele uma vantagem. Armado com segredos, um aliado oculto, uma sede escaldante de vingança e uma prisioneira que ele salvou da morte final, este “rom” está planejando tomar de todo mundo na cidade de Nova York – Camarilla e Sabá – tudo o que ele conseguir obter, inclusive o sangue de seus anciões. O problema é que ninguém gosta de um Ravnos. Principalmente quando descobre que Khalil é o único que sobrou. Esta série é um retrato grandioso em treze romances do mundo proibido dos Membros. O que começou no Romance de Clã: Toreador, continua aqui e no final determinará o destino de todos os seres humanos – e não humanos – do mundo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Romance de Clã – Ravnos”, de Kathellen Ryan, publicado pela editora Devir, em 2010 e com 264 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Devir
Páginas: 264
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Devir oferecem uma experiência de leitura que transita entre narrativas gráficas densas e universos imaginativos complexos. O catálogo revela uma forte presença de quadrinhos e graphic novels que exploram temas como ficção científica distópica, fantasia com raízes históricas e urbanas, além de histórias que misturam humor e crítica social. A linguagem visual é valorizada, com atenção a estilos que vão do noir ao moderno, e as tramas frequentemente envolvem conflitos humanos em cenários tanto contemporâneos quanto fantásticos. O tom pode variar do melancólico ao irônico, com ritmo que ora acelera em aventuras, ora desacelera para reflexões mais profundas.
