
Título: Rosto no Computador, Um
Autor: Marcos Rey
Sinopse: Leo, Ângela e Gino, personagens de outros livros de Marco Rey, entram em cena novamente para desvendar mais um misterioso acontecimento. Uma menor de idade, Camélia, sai de Salvador para participar de um concurso fotográfico de beleza em São Paulo. O evento acontece no Emperor Park Hotel. No dia da inscrição, Bandeira chamou Camélia e lhe disse: Seu nome não é muito adequado para modelo. Vamos usar o final dele: Lia. Assim, se sua família ler sobre o concurso, não vai identificá-la. Pensei Lia Magno. A garota, de uma beleza exuberante, ganha o concurso. Logo depois de ser a vencedora, desaparece misteriosamente. O que poderia ter acontecido? Sequestro? Assassinato? Como pistas, os protagonistas têm apenas algumas camélias e um postal vindo de Paris. Ação, dinamismo, hipóteses, deduções, investigação em uma narrativa muito bem construída.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Rosto no Computador, Um”, de Marcos Rey, publicado pela editora Global Editora, em 2014 e com 136 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 136
Ano: 2014
Edição: Literatura Infantojuvenil
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526019627
ISBN13: 9788526019621
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 15,50
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
