
Título: Rua da Alegria: Joy Street
Autor: Frances Parkinson Keyes
Sinopse: Nada poderia apresentar aspectos mais opostos do que os dois lados da famosa Beacon Hill de Boston. No declive que vem de Mount Vernon para Commom, as ruas que o cruzam estão cheias de casas ótimas, senhoriais, que são propriedade de boas famílias antigas da Nova Inglaterra. No declive que vem de Mount Vernon para a Rua Cambridge, há instalações sórdidas, precariamente ocupadas por pessoas que se conservam eternamente estrangeiras, e entre elas existem casas de comidas feitas e outras lojas pequenas, oficinas escuras, escritórios mal postos, e casas de pasto despretensiosas. E em parte alguma aquele contraste se mostra tão marcante como na Rua da Alegria, onde Roger Field e Emily Thayer escolheram uma das bonitas casas antigas para seu lar de recém-casados - sem saberem que, próxima bastante para ser considerada como vizinha, estava uma família italiana, a família de Lucca, que através de dois de seus membros - o magnético Pelegrino e a misteriosa Simonetta - iria modificar todo o curso de seu destino.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Rua da Alegria: Joy Street”, de Frances Parkinson Keyes, publicado pela editora Itatiaia, em 1969 e com 559 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Itatiaia
Páginas: 559
Ano: 1969
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora ITATIAIA oferecem uma experiência de leitura que combina tradição e acessibilidade, com textos que vão do didático ao histórico e literário. Muitas obras apresentam narrativas que exploram períodos históricos com riqueza de detalhes, como relatos de viagens, biografias e crônicas que trazem à tona personagens e fatos marcantes. O tom costuma ser informativo, mas também há espaço para histórias que envolvem conflitos sociais, dilemas humanos e descobertas culturais. O catálogo sugere uma preocupação em apresentar conteúdos que dialogam com leitores interessados em história, cultura e educação, em formatos que vão do ensaio ao romance histórico.
