
Título: Rules of Civility: A Novel
Autor: Amor Towles
Sinopse: From the #1 New York Times-bestselling author of The Lincoln Highway and A Gentleman in Moscow, a “sharply stylish” (Boston Globe) book about a young woman in post-Depression era New York who suddenly finds herself thrust into high society—now with over one million readers worldwide
On the last night of 1937, twenty-five-year-old Katey Kontent is in a second-rate Greenwich Village jazz bar when Tinker Grey, a handsome banker, happens to sit down at the neighboring table. This chance encounter and its startling consequences propel Katey on a year-long journey into the upper echelons of New York society—where she will have little to rely upon other than a bracing wit and her own brand of cool nerve.
With its sparkling depiction of New York’s social strata, its intricate imagery and themes, and its immensely appealing characters, Rules of Civility won the hearts of readers and critics alike.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Rules of Civility: A Novel”, de Amor Towles, publicado pela editora Penguin Books, em 2012 e com 384 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Penguin Books
Páginas: 384
Ano: 2012-06-26
Edição: Reprint
Linguagem: en
ISBN: 0143121162
ISBN13: 9780143121169
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
