
Título: Runas: Um presente para o autoconhecimento
Autor: Carmen Romanini
Sinopse: Viagens, pesquisas, estudos, aulas e filosofias, tudo perpassando por quatro estações e locais distantes para o resultado: o livro As Runas: Um presente para o autoconhecimento da Réptil Editora. Uma aula prática, simples, terapêutica e fácil de entender sobre as runas - inscrições em pedras que uma vez entendidas em sua profundidade permitem a conexão e a leitura dos campos invisíveis e reais. Propõe o despertar do conhecimento através de símbolos e preenche uma lacuna de carência de publicações na área. O livro, segundo o jornalista Clayton Conservani que prefaciou a obra, é uma deliciosa viagem por um universo fascinante, repleto de mistérios e significados que estão ao nosso alcance. “É fantástico esse dom de pessoas como a Carmen, uma visionária que faz das runas uma forma de praticar o bem, de transformar pessoas e conceitos”. A publicação é um objeto de arte decorativo, adequado aos padrões de respeito ao meio ambiente e inteiramente produzido com papel reciclado. Didático, vem acompanhado de cartas desenhadas.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Runas: Um presente para o autoconhecimento”, de Carmen Romanini, publicado pela editora Reptil, em 2008 e com 196 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Reptil
Páginas: 196
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8599625071
ISBN13: 9788599625071
Sobre a editora
Os livros da editora Réptil oferecem uma experiência de leitura que mescla poesia, arte visual e reflexões contemporâneas, frequentemente explorando o encontro entre texto e imagem. A narrativa pode variar entre o delicado e o analítico, com obras que transitam do ensaio sobre paisagens urbanas a relatos afetivos e livros infantis com toques de fantasia. O catálogo sugere um interesse em temas culturais e sociais, com abordagens que vão do detalhamento minucioso de ambientes e sentimentos até análises de fenômenos como o narcisismo e a inovação social. O tom das obras oscila entre o contemplativo e o didático, contemplando públicos que buscam tanto a imersão estética quanto o entendimento crítico.
