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Sábados Inquietos

Título: Sábados Inquietos

Autor: José Castello

Sinopse: Apesar de seus inúmeros textos sobre literatura, José Castello não se considera um crítico literário, mas sim apenas um ávido leitor comum que sofre e viaja com os livros, por isso “Sábados Inquietos” é composto por leituras críticas que lhe tiram o sono. Formado em jornalismo, José Castello já apresentou textos que perpassaram por autores como Machado de Assis, Hilda Hilst, Lewis Carroll, Clarice Lispector, Vinicius de Moraes, Kafka e muitos outros. A editora LeYa lança em março “Sábados Inquietos” do colunista José Castello do jornal O Globo. Com um compêndio de suas principais críticas, a obra fala sobre “a arte como expressão da loucura ou (...) como opção pela loucura”, sobre o que é literatura, sobre crônicas, sobre palavras e sobre a leitura que nada mais é do que “errar, vacilar e fugir”. Sempre guiado por seus impulsos, intuições e conhecimentos literários, as críticas de Castello são publicadas aos sábados e possuem um leque de personagens e histórias sobre a literatura e seus principais expoentes. Sendo um dos jurados do Prêmio LeYa e ganhador de diversos prêmios, entre eles o Jabuti pelo romance “Ribamar “ (Bertrand Brasil, 2010), Castello nos oferece um texto tocante e singelo. “Sábados Inquietos”, a coluna agora transformada em livro, vai te mostrar a real literatura, de um leitor para outro.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Sábados Inquietos”, de José Castello, publicado pela editora LeYa Brasil, em 2013 e com 288 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: LeYa Brasil

Páginas: 288

Ano: 2013

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de José Castello é um convite para navegar entre emoção e análise, onde o íntimo do leitor se mistura à observação detalhada da literatura. Sua escrita transita entre o tom pessoal, quase confessional, e a crítica literária que evita teorias rígidas para privilegiar a experiência sensorial e afetiva da leitura. O ritmo varia entre o ensaio contemplativo e a crônica ágil, com momentos de improviso e reflexão profunda sobre o ato de ler e escrever. A tensão nasce da sinceridade com que expõe as dores e encantos provocados pelos textos, criando uma atmosfera de diálogo aberto e apaixonado. Em seus textos, o leitor se depara com personagens reais e fictícios, retratos literários e ensaios que exploram as fronteiras entre biografia e ficção. Essa combinação torna a experiência de leitura multifacetada, estimulando a curiosidade e o pensamento crítico.

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