
Título: Sabem por Quê? - Coleção os Pingos!
Autor: Mary França
Sinopse: Nesta história, os Pingos, sempre afetivos e companheiros, dedicam-se à leitura e à escrita. Por quê? Todos querem agradar Gota-de-Mel. Pingo-de-fogo procura uma nova receita de doce, Pingo-de-Mar quer saber tudo sobre o espaço para levar Gota à Lua, Pingo-de-Sol espera encontrar no jornal sugestão de um filme. Gota-de-Mel vê Pingo-de Fogo e fala: – O que você está fazendo? Ele logo diz: – Estou aprendendo a ler e escrever. – Pra quê?- Pergunta a Gota. – Ora! – diz Pingo-de-Fogo. – Para escrever uma carta de amor para você. Uma história que ressalta de forma carinhosa a importância do domínio do código linguístico, da linguagem com prática social e como meio para a expressão dos sentimentos.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Sabem por Quê? – Coleção os Pingos!”, de Mary França, publicado pela editora Global Editora, em 2013 e com 24 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 24
Ano: 2013
Edição: Literatura Infantojuvenil
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526019287
ISBN13: 9788526019287
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,130
- Altura (cm): 24,00
- Largura (cm): 23,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
