
Título: Sala dos Homicídios
Autor: P. D. James
Sinopse: Em Sala dos Homicídios, P. D. James reformula a célebre frase de Oscar Wilde: "A vida imita a arte" com outra: "A morte também imita a arte". No romance mais recente da escritora inglesa, os crimes se passam no pequeno museu Dupayne, em Hampstead Heath. Lá, numa inquietante Sala dos Homicídios, estão expostos os crimes mais famosos das décadas de 20 e 30. O nome do museu, que a autora confessa ter inventado, nos remete a Auguste Dupin, personagem de Edgar Allan Poe considerado o primeiro detetive dos romances policiais. Em homenagem ao criador do gênero, P. D. James, considerada a "dama do crime" pelos críticos britânicos, monta um novo quebra-cabeça para seu detetive Adam Dalgliesh: o poeta e inspetor da Scotland Yard que já foi protagonista de onze de seus dezesseis romances. "Sala dos Homicídios é o romance de James mais enigmático e intrigante em muitos anos, e não faltam à trama surpresas e reviravoltas." - The New York Times
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Sala dos Homicídios”, de P. D. James, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2004 e com 496 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 496
Ano: 2004
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535905766
ISBN13: 9788535905762
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,510
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 2,50
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
