
Título: Samba de Roda do Recôncavo Baiano
Autor: Iphan
Sinopse: Reconhecido como uma das matrizes do notório símbolo nacional, o samba, o samba de roda do Recôncavo Baiano foi inscrito no Livro de Registro das Formas de Expressão em 2004.Contudo, como demonstra este exemplar da série Dossiês Iphan, o valor do samba de roda transcende esse caráter de ancestralidade e sua importância permanece presente no cotidiano de homens e mulheres da Bahia. Manifestação musical, coreográfica e poética, o samba de roda permeia atividades econômicas, religiosas e lúdicas, particularmente no contexto cultural do Recôncavo Baiano. A pesquisa publicada neste Dossiê também fundamentou a candidatura do samba de roda à III Proclamação das Obras-Primas do Patrimônio Oral e Imaterial da Humanidade, título que foi outorgado pela Unesco em 2005. Desde então o Iphan tem acompanhado a elaboração e a implantação do Plano de Salvaguarda do samba de roda, com o objetivo de apoiar e fomentar ações de valorização dos sambadores e sambadeiras da Bahia e a melhoria das condições que propiciam a continuidade deste valioso bem cultural. Com mais esta publicação, o Iphan prossegue com o trabalho de ampla divulgação dos bens culturais registrados e espera que, para além de sua terra natal, o samba de roda continue a despertar pés, palmas e corações.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Samba de Roda do Recôncavo Baiano”, de Iphan, publicado pela editora Iphan, em 2006 e com 216 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Iphan
Páginas: 216
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788573340419
Sobre a editora
Os livros da editora IPHAN conduzem o leitor a um universo onde o patrimônio cultural brasileiro é explorado em suas múltiplas dimensões, desde a preservação de bens materiais, como ferrovias e arquitetura religiosa, até o patrimônio imaterial e as práticas educativas. A leitura costuma ser informativa e fundamentada em pesquisas, com textos que combinam rigor técnico e abordagens didáticas, voltadas a públicos como educadores, técnicos de museus e interessados em políticas culturais. O ritmo varia entre obras mais densas, com análises e diretrizes, e outras que privilegiam relatos de experiências concretas, como projetos comunitários e ações de educação patrimonial. Essa diversidade sugere um catálogo que dialoga tanto com especialistas quanto com leitores interessados em compreender as raízes culturais brasileiras.
