
Título: Samurai Kids 1: White Crane
Autor: Sandy Fussell
Sinopse: Can a one-legged boy become a great samurai warrior? Meet some unique aspiring champions in this kick-off to an exciting new martial arts series. (Ages 9-14) Niya Moto is the only one-legged samurai kid in Japan, famous for falling flat on his face in the dirt. The one school that will accept him is the Cockroach Ryu, led by the legendary sensei Ki-Yaga. He may be an old man overly fond of naps, but Ki-Yaga is also known for taking in kids that the world has judged harshly: an albino girl with extra fingers and toes, a boy who is blind, a big kid whose past makes him loath to fight. A warrior in his time, Ki-Yaga demands excellence in everything from sword-fighting to poetry. But can the ragtag Cockroaches make the treacherous journey to the Samurai Trainee Games, never mind take on the all-conquering Dragons? In a fast-moving, action-filled tale that draws on true details of feudal Japan, Niya finds theres no fear they cant face as long as they stick together --for their friendship is more powerful than a samurai sword.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Samurai Kids 1: White Crane”, de Sandy Fussell, publicado pela editora Candlewick Press, em 2011 e com 256 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Candlewick Press
Páginas: 256
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: en
ISBN: 076365440X
ISBN13: 9780763654405
Sobre a editora
Os livros da editora Candlewick Press oferecem uma experiência de leitura que oscila entre o humor leve e a tensão dramática, com narrativas que transitam do cotidiano infantil até universos mais complexos e sombrios. As sinopses sugerem um catálogo que inclui desde histórias interativas para os primeiros leitores, com mecanismos deslizantes e temas lúdicos, até tramas juvenis que exploram questões sociais, identitárias e conflitos pessoais profundos. O tom varia entre o divertido e o reflexivo, com personagens que enfrentam desafios tanto internos quanto externos, muitas vezes em cenários contemporâneos ou fantásticos. Essa mescla cria um ritmo dinâmico, onde o leitor pode encontrar desde aventuras cheias de ação até relatos intimistas e emocionais.
