
Título: Sandman: O Livro dos Sonhos
Autor: Neil Gaiman
Sinopse: Nos dicionários, a palavra sonho significa a representação de alguma coisa ou fato enquanto dormimos, ou fantasia, ilusão, devaneio. Nas histórias em quadrinhos, no entanto, seu sinônimo mais conhecido é Sandman, o Mestre dos Sonhos. O responsável por isso foi o roteirista britânico Neil Gaiman, que entre 1987 e 1996 remodelou por inteiro o personagem (antes o nome pertencia a um super-herói), tornando-o um grande sucesso de público e crítica no mundo inteiro, principalmente pela qualidade de seus textos. Sandman: O Livro dos Sonhos Volume 2 , uma coletânea de contos assinados por talentosos e premiados - escritores de ficção, usando os conceitos criados por Neil Gaiman (que editou o livro, em parceria com o também roteirista Ed Kramer) e expandindo ainda mais o universo de Sandman.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Sandman: O Livro dos Sonhos”, de Neil Gaiman, publicado pela editora Conrad, em 2001 e com 174 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Conrad
Páginas: 174
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8587193252
ISBN13: 9788587193254
Sobre a editora
Os livros da editora Conrad costumam apresentar narrativas que transitam entre o fantástico, o histórico e o cultural, muitas vezes com um tom gráfico ou visual marcante. O catálogo traz desde histórias que exploram tragédias reais, como massacres políticos, até aventuras urbanas e mistérios ambientados em cidades imaginárias ou subterrâneas. Há uma presença significativa de quadrinhos, mangás e graphic novels, que mesclam ação, fantasia e dramas pessoais, além de obras que dialogam com a cultura pop, música e videogames. A leitura tende a variar entre o mais narrativo e o mais informativo, com textos que ora exploram a dimensão emocional dos personagens, ora apresentam reflexões filosóficas e sociais. A Conrad parece privilegiar histórias que envolvem conflitos intensos, sejam eles internos, sociais ou sobrenaturais, com um ritmo que pode ser tanto ágil quanto contemplativo, dependendo da obra.
