
Título: SAPATEIRO DE BRUXELAS
Autor: Stumpf Mandelli
Sinopse: Enquanto a sociedade acelera sem uma direção aparente, a polarização abunda e a capacidade de reflexão parece se esvair. Há, em larga escala, donos de “verdades absolutas”, que, impavidamente, recriminam aqueles que ousam pensar diferente. Neste contexto, se faz imperioso o surgimento de arroubos de sensatez. Carecemos de lucidez e uma boa dose de leveza. E aí talvez resida um dos principais méritos do médico e escritor Alcides Mandelli Stumpf, ao lançar o seu Sapateiro de Bruxelas e outras crônicas. De modo clarividente, o autor, observador atento do cotidiano, revela que nem tudo está perdido. Aliás, nas entrelinhas, sua sugestão é de que há incontáveis caminhos para uma boa vida – entendida como aquela na qual não precisaremos ter medo de nossas memórias quando envelhecermos. Filhas do seu tempo, as crônicas de Alcides, pelas mãos hábeis do Sapateiro, impingem ao leitor o prazer de saborear as diferenças que marcam o nosso entorno, chamando a atenção para entendermos que a existência é longa e prazerosa o suficiente, desde que façamos as escolhas certas.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “SAPATEIRO DE BRUXELAS”, de Stumpf Mandelli, publicado pela editora Sulina, em 2023 e com 240 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Sulina
Páginas: 240
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 655759110X
ISBN13: 9786557591109
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,100
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora SULINA revela um compromisso com obras que exploram temas acadêmicos e culturais com profundidade e rigor, sem abrir mão de acessibilidade para públicos diversos. O catálogo privilegia textos que dialogam com áreas como educação, sociologia, filosofia, comunicação e artes, apresentando reflexões que transitam entre o rigor teórico e a aplicação prática, como em análises sobre música na educação, redes de pesquisa, ou a interface entre literatura e clínica filosófica. A narrativa costuma ser densa, com ritmo que varia entre o ensaístico e o didático, e o tom, em geral, é reflexivo, crítico e aberto a múltiplas interpretações. Há obras que adotam linguagem mais experimental e outras que privilegiam a clareza para facilitar o acesso a temas complexos, indicando uma diversidade editorial que atende tanto leitores acadêmicos quanto interessados em cultura e pensamento contemporâneo.
