
Título: Sarita, a Enfermeira
Autor: Otávio Mariano da Silva
Sinopse: Uma terrível coincidência acontecida no passado com Coralina, mãe de Sarita, fez com que sua mente transformasse um médico famoso, de renome internacional, num monstro e psicopata. Para piorar as coisas, sua amada filha foi escolher justamente a profissão de Enfermeira, ficando o tempo todo perto dele. Coralina tem que fazer algo e rápido, para evitar que os dois se conheçam, senão, todos os segredos irão por água abaixo. Usando os recursos da Internet, com frieza e calculismo, atraiu o médico para a morte, cometendo um crime perfeito que a Polícia jamais desvendou. Coralina pensou em cada detalhe, mas o destino foi mais audacioso. Sarita, por sua beleza e talento, transformou-se em estrela de cinema. Convidada para interpretar um papel em Hollywood, não sabia que o roteiro reproduzia o crime cometido por sua própria mãe. E agora? Sarita entregará a mãe à Polícia, ou se manterá calada para sempre? Uma história de amor, dedicação, ternura, ódio, suspense, tramas e vingança. Não deixe de ler!
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Sarita, a Enfermeira”, de Otávio Mariano da Silva, publicado pela editora PROTEXTO, em 2008 e com 112 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: PROTEXTO
Páginas: 112
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8578280628
ISBN13: 9788578280628
Sobre a editora
Os livros da editora Protexto convidam o leitor a explorar narrativas que transitam entre o cotidiano sensível de pequenas localidades rurais e reflexões profundas sobre a existência humana. O catálogo revela uma predileção por textos que mesclam realidade e imaginação, com histórias que abordam desafios pessoais, conflitos sociais e trajetórias marcadas por segredos e superações. A poesia tem presença marcante, com obras que exploram a técnica e a sensibilidade em versos que evocam emoções e questionamentos. Além disso, há espaço para narrativas que exploram o passado histórico e cultural, sempre com um tom que privilegia a introspecção e a construção cuidadosa do ritmo e da linguagem.
