
Título: Scorched Edges (Tales from the Edge #6)
Autor: L.M. Somerton
Sinopse: Love forged in fire is unassailable. Fireman Salter Beauman, Beau to his friends, has had his eye on cute Marty Standish ever since he helped rescue Marty and his boss from the bombed out rubble of Temple Church. An analyst for the security services, Marty is cute, geeky and submissive through and through—even if he doesn’t know it yet. With a serial fire starter making inroads into Beau’s life expectancy, he decides that there is no time to waste and introduces Marty to the D/s lifestyle. Marty responds with wide eyes, an insatiable desire to learn and the ability to turn Beau on with nothing more than a wiggle of his slim hips. But Beau has a second, far more malevolent admirer. ‘See me dance’ is the message left at a series of increasingly dangerous fires. Beau and Marty must work together to catch a psychotic arsonist before their love goes up in flames. Literally.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Scorched Edges (Tales from the Edge #6)”, de L.M. Somerton, publicado pela editora Pride Publishing, em 2015 e com 154 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Pride Publishing
Páginas: 154
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9781784307202
Sobre a editora
Os livros da editora Pride Publishing exploram narrativas centradas em relacionamentos LGBTQIA+, frequentemente ambientados em contextos de tensão pessoal ou social, como investigações policiais, conflitos militares e desafios comunitários. A leitura costuma envolver personagens que enfrentam dilemas internos relacionados à identidade, segredo e aceitação, com um tom que varia entre o dramático e o intimista. Em algumas obras, o fantástico e o sobrenatural aparecem, misturando magia e realidade, enquanto outras se aprofundam em dramas cotidianos e traumas pessoais. O catálogo sugere uma preferência por histórias que equilibram emoção e suspense, com ritmo que pode ser tanto reflexivo quanto acelerado, conforme o conflito central.
