
Título: Seara Vermelha
Autor: Dashiell Hammett
Sinopse: O jogo, o comércio ilegal de álcool e as quadrilhas de assaltantes deixaram Personville em estado de putrefação. Por isso, num trocadilho com a palavra poison - "veneno" -, a cidade ganhou um apelido sugestivo: Poisonville. Quando o último cidadão honesto do lugar é assassinado, o detetive da Agência Continental assume o caso para descobrir e punir os culpados, mesmo que para isso tenha de dar início a um jogo sujo, envolvendo a cidade inteira numa sucessão de interrogatórios e artimanhas.O magnata Elihu Willsson, dono da política, da polícia e dos jornais da cidade, está perdendo terreno para o crime organizado. Seu filho, que encabeçava uma campanha para livrar a cidade do vício e da corrupção, apareceu morto. Uma sandália de mulher manchada de sangue, rastros de pólvora, sombras, vultos, bebida e dinheiro - muito dinheiro - são os ingredientes à disposição do detetive da Continental.O czar de Poisonville, por detrás de sua arrogância, tem medo. A rivalidade dos vigaristas Peak Murry, Pete Finês e Max Thaler, o Garganta, encontra-se em ebulição. A sedutora Dinah Brand faz um jogo duplo de amante calculista e informante mercenária. Em Poisonville, é frágil a fronteira entre o crime e a lei. Alguém com sangue-frio tem de resistir para contabilizar e embrulhar os mortos.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Seara Vermelha”, de Dashiell Hammett, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2002 e com 264 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 264
Ano: 2002
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535902686
ISBN13: 9788535902686
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,334
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,40
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
