
Título: Sefarade
Autor: Antonio Munoz Molina, Philippe Bataillon
Sinopse: Séfarade, c’est la patrie de tous les accusés et de tous ceux qui, chassés de leur maison et de leur terre, sont à jamais des étrangers où qu’ils se trouvent. Séfarade, c’est la patrie de la mémoire, celle des disparus, morts ou vivants, êtres réels ou imaginaires réunis par la fraternité et la solidarité d’un écrivain. Les voix de Franz Kafka, de l’humble cordonnier de Magina, d’Evguenia Guinzburg, d’une jeune Espagnole attendant en vain le retour de son père, celles de Primo Levi dans le train d’Auschwitz, d’une nonne enfermée à vie, de Margarete Buber-Neuman et de bien d’autres encore, célèbres ou anonymes, s’élèvent pour dire l’arrachement, l’amour, la nostalgie, l’attente désespérée. Dans ce livre magnifique, qui brise les limites de la fiction en même temps qu’il les transcende, matière humaine et matière narrative se fondent en des pages d’une beauté inouïe. Acabamento: Paperback. Peso: 531g. Dimensões: 23 x 16 x 1.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Sefarade”, de Antonio Munoz Molina, Philippe Bataillon, publicado pela editora Seuil, em 2005 e com 476 páginas, integra a categoria Romance - Estrangeiro. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Seuil
Páginas: 476
Ano: 2005
Edição: 1ª EDIÇÃO
ISBN:
ISBN13: 9782020838269
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Seuil costuma levar o leitor a reflexões profundas sobre temas contemporâneos e históricos, com textos que equilibram rigor intelectual e acessibilidade. O catálogo revela um interesse por debates sociais, filosóficos e culturais, frequentemente abordados por meio de ensaios, crônicas e narrativas que exploram tanto questões globais como conflitos pessoais. O tom varia entre a análise crítica e a narrativa sensível, com obras que transitam entre o rigor acadêmico e a expressão literária, criando um ritmo que convida à contemplação e ao questionamento. As sinopses sugerem que há obras com abordagens mais densas e outras mais narrativas, mas todas com um foco claro em compreender as complexidades do mundo e da experiência humana.
