
Título: Self-Made Man: One Woman's Year Disguised as a Man
Autor: Norah Vincent
Sinopse: A journalist’s provocative and spellbinding account of her eighteen months spent disguised as a man.
Norah Vincent became an instant media sensation with the publication of Self-Made Man, her take on just how hard it is to be a man, even in a man’s world. Following in the tradition of John Howard Griffin (Black Like Me), Vincent spent a year and a half disguised as her male alter ego, Ned, exploring what men are like when women aren’t around. As Ned, she joined a bowling team, took a high-octane sales job, went on dates with women (and men), visited strip clubs, and even managed to infiltrate a monastery and a men’s therapy group. At once thought-provoking and pure fun to read, Self-Made Man is a sympathetic and thrilling tour de force of immersion journalism.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Self-Made Man: One Woman’s Year Disguised as a Man”, de Norah Vincent, publicado pela editora Penguin Books, em 2006 e com 287 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Penguin Books
Páginas: 287
Ano: 2006-12-26
Edição: Reprint
Linguagem: en
ISBN: 0143038702
ISBN13: 9780143038702
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
