
Título: Selvagem da Òpera, O
Autor: Rubem Fonseca
Sinopse: Quatro anos após lançar Agosto, romance em que mesclava história e ficção para narrar os acontecimentos do mês em que Getúlio Vargas se suicidou, Rubem Fonseca voltou a utilizar esses elementos, desta vez para contar a vida de Antônio Carlos Gomes, compositor brasileiro do século XIX, autor de óperas como O Guarani e Fosca. Rubem Fonseca descreve a partida de Carlos Gomes de Campinas para o Rio de Janeiro de D. Pedro II, e depois para a Itália, onde encontraria a glória e o fracasso. Vemos na capital brasileira e no país da ópera como se constroem e destroem reputações, mas também como um jovem ''''selvagem'''', vindo dos trópicos, pode levar sua mistura de música erudita e brasilidade à altura dos maiores nomes da época. O selvagem da ópera foi escrito como um estudo para a roteirização de um filme sobre Carlos Gomes, e nele, como escreveu Antonio Callado, ''''estão vivos tanto o Brasil operístico do Segundo Reinado como a sonora Itália do período áureo de Verdi, Wagner (Lohengrin vaiado no Scala) e Giacomo Puccini''''. Rubem Fonseca ao mesmo tempo retrata o ambiente artístico do século XIX e narra a história de sucesso e tragédia do principal compositor de óperas brasileiro.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Selvagem da Òpera, O”, de Rubem Fonseca, publicado pela editora Nova Fronteira, em 2011 e com 336 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Nova Fronteira
Páginas: 336
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8520926533
ISBN13: 9788520926536
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,377
- Altura (cm): 20,80
- Largura (cm): 13,50
- Espessura (cm): 1,90
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Nova Fronteira revela um equilíbrio entre obras literárias densas e textos acessíveis, com atenção especial à qualidade da tradução e ao cuidado editorial. O ritmo das narrativas varia bastante, desde a fluidez envolvente de romances clássicos até o humor sutil e a leveza da poesia e das crônicas. O catálogo sugere uma preferência por histórias que exploram conflitos internos, dilemas pessoais e contextos históricos, muitas vezes com um tom reflexivo ou crítico, mas que também pode se abrir para o lúdico e o fantástico. A diversidade de formatos inclui desde ensaios e análises literárias até graphic novels e livros infantis ilustrados, o que amplia o alcance para diferentes públicos e estilos de leitura.
