
Título: SEM MEDO, SEM RUMO (Cronicas #1)
Autor: Barbara Teles
Sinopse: Em ‘Sem medo, sem rumo’ e todas as suas crônicas cotidianas de desapego (embora essas duas palavras não sejam tão lógicas quanto deveriam ser juntas), Barbara nos leva pelas mãos para pontos geográficos plurais como subúrbios e capitais, mar e terra, areia e concreto. E em cada um, sua natureza fluida e leve “sou lago ou mar, mas sou água” se revela para nós, que quase sem querer vivemos junto com ela o islamismo misterioso, a energia do Vaticano, a dificuldade de comunicação, a beleza do querer se comunicar, as refeições mais felizes, a falta de pão de queijo, dentre aeroportos cujo cheiro e vibrações a gente sente à paz de uma ilha distante, mas sempre escolhendo a estrada menos percorrida. Robert Frost ficaria orgulhoso, mas também Drummond, porque seu coração é mais vasto que o mundo. Essas crônicas nos acompanham por dias, sendo saboreadas como nossos próprios carimbos de passaporte.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “SEM MEDO, SEM RUMO (Cronicas #1)”, de Barbara Teles, publicado pela editora kazua, em 2018 e com 147 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: kazua
Páginas: 147
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788555651397
Sobre a editora
Os livros da editora Kazua convidam o leitor a navegar por narrativas que transitam entre a intimidade das crônicas cotidianas e a reflexão sobre temas históricos ou fantásticos. O catálogo mostra um interesse por personagens que enfrentam dilemas humanos profundos, ora com humor sutil, ora com uma linguagem mais densa e crítica. A diversidade de cenários vai do espaço urbano contemporâneo às paisagens imaginárias, passando por ambientes históricos e culturais variados, o que cria um ritmo de leitura que ora é fluido e leve, ora mais contemplativo e elaborado. A presença de vozes que exploram a subjetividade, a memória e a existência humana é um traço marcante, assim como o uso de estilos que vão do naturalismo direto a um lirismo consciente e estruturado.
