
Título: Sem vista para o mar
Autor: Rodrigues Carol
Sinopse: "Sem vista para o mar", reunião de vinte e dois contos ficcionas, foi escrito por Caroline Rodrigues, ganhadora do Jabuti 2015 e premiada pela Biblioteca Nacional. A linguagem usada no livro não é apenas o meio de transmitir as histórias; ela possui, em si mesma, uma vivacidade e fluidez que embala a leitura. Através dela aproxima, em unidade de comunicação, os personagens apresentados em cada conto (muito diferentes entre si). Neste livro não existe visão dicotômica de mundo: a autora, antes, se preocupa em pincelar suas personagens, sempre multifacetadas, com qualidades que vão além de um discurso moral, econômico ou social. Por mais que a concretude das realidades apresentadas seja parte inerente da história, não funcionam como ponto de partida. Os contos são também permeados de imprevistos, encontros e desencontros - tanto em nível de trama quanto de experiência do leitor. É inclusive possível se deparar com personagens recorrentes, que aparecem em mais de um conto. A experiência literária e sensível em "Sem vista para o mar", livro contemporâneo, nacional e premiado, é única e estimulante na medida em que nos faz cruzar, entre tantas personagens e vidas, com identidades que nos soem familiares.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Sem vista para o mar”, de Rodrigues Carol, publicado pela editora Demônio Negro, em 2017 e com 124 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Demônio Negro
Páginas: 124
Ano: 2017
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8566423194
ISBN13: 9788566423198
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Demônio Negro apresentam uma experiência de leitura marcada pela poesia em suas múltiplas formas, desde a prosa poética que explora o desconcerto do cotidiano até projetos poético-estéticos que dialogam com calendários ancestrais e linguagens visuais. O catálogo sugere uma atenção especial à linguagem trabalhada com rigor e experimentação, incluindo obras bilíngues e híbridos entre poesia e dramaturgia. Há uma presença constante de temas políticos e sociais, com textos que expressam ativismo e crítica, mas também uma delicadeza no tratamento de personagens multifacetados e situações cotidianas. O tom varia entre o contemplativo e o combativo, com ritmo que ora convida à reflexão pausada, ora impõe uma urgência contundente.
