
Título: Semiologia do Teatro
Autor: J. Guinsburg
Sinopse: O conjunto de trabalhos aqui reunidos oferece ao leitor uma ampla visão de alguns dos principais pontos de partida e dos desenvolvimentos atuais nas pesquisas semiológicas aplicadas ao domínio da arte cênica. Umberto Eco, Richard Demarcy, Petr Bogatyrev, Tadeusz Kowzan, Jindrich Honzl, Doman Ingarden, Jiri Veltruski, Jan Mukarovsky e outros analisam aqui a natureza e o sentido do signo no teatro, bem como as estruturas, os modelos e os tipos de discurso e linguagem que ele compõe. Vale destacar ainda neste volume a presença dos estudos de Eduardo Peñuela Cañizal, Lucrecia D''''Aléssio Ferrara, Jeanne Marie Interlandi e outros, que traduzem a contribuição brasileira neste debate de importância fundamental para a compreensão e criação da estética moderna do palco.
Contexto da obra
Na área de Cinema e Artes Performáticas, livros como este costumam ampliar repertório e leitura crítica. “Semiologia do Teatro”, de J. Guinsburg, publicado pela editora Perspectiva, em 2020 e com 386 páginas, integra a categoria Livros de Cinema e Artes Performáticas. Esse contexto costuma ser útil para entender melhor o alcance formativo e interpretativo do livro.
Editora: Perspectiva
Páginas: 386
Ano: 2020
Edição: 2
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527306786
ISBN13: 9788527306782
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,341
- Altura (cm): 20,50
- Largura (cm): 11,50
- Espessura (cm): 1,90
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
