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Sempre se é bom de mais com as mulheres

Título: Sempre se é bom de mais com as mulheres

Autor: Raymond Queneau

Sinopse: De fato é um romance de enorme frescura e sensibilidade, subtil, de delicioso e fino humor, com uma história que decorre na Estação dos Correios de Dublin, ocupada por revoltosos nacionalistas irlandeses, no início do século XX. O grupo de guerrilheiros que ocupa a estação expulsa todos os funcionários mas, ó desgraça, esquece-se de uma mulher.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Sempre se é bom de mais com as mulheres”, de Raymond Queneau, publicado pela editora AMBAR, em 1971 e com 183 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: AMBAR

Páginas: 183

Ano: 1971

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Raymond Queneau é um convite a explorar a linguagem em sua multiplicidade e jogo. O ritmo pode variar do frenético ao contemplativo, ora com humor irreverente, ora com uma ironia sutil que desafia o leitor a acompanhar variações inesperadas de um mesmo tema. A tensão surge da combinação entre o absurdo e o cotidiano, com personagens que transitam entre o trivial e o surreal, sempre com uma voz que oscila entre o coloquial e o experimental. A experiência é marcada por uma atenção aguçada à forma e ao som, que transforma a narrativa em um exercício criativo e lúdico. Em meio a esse panorama, os livros de Raymond Queneau revelam uma escrita que provoca o leitor a questionar o que é história, linguagem e até identidade.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Ambar trazem histórias que transitam entre o íntimo e o coletivo, explorando memórias pessoais e grandes eventos históricos com um olhar sensível e direto. O catálogo privilegia narrativas que combinam densidade emocional e realismo cru, seja em relatos autobiográficos ou romances ambientados em contextos políticos marcantes. A linguagem tende a ser acessível, com um ritmo que ora convida à reflexão pausada, ora mantém a tensão de conflitos humanos intensos. Há também espaço para histórias que resgatam o prazer da oralidade e do folclore, com contos que evocam a tradição da narrativa falada.

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